Fase 1 · O que é Reiki?
Dia 5 do teu caminho Reiki

Os sete Chakras
Compreendendo seu sistema energético

Sete portais por onde a energia vital flui

✦   Os sete chakras – compreender o teu sistema energético

O sistema dos chakras pertence aos modelos mais conhecidos do trabalho energético, mas muitas vezes é simplificado demasiado depressa. Os chakras não são apenas círculos coloridos num cartaz. Na tradição, são entendidos como centros de energia que recebem, ordenam e encaminham a energia vital. A palavra chakra vem do sânscrito e significa roda ou vórtice. Portanto, o que está em causa é movimento. Um chakra não é uma coisa rígida, mas um processo.

Os sete chakras principais são descritos ao longo do eixo do corpo, desde o pavimento pélvico até ao topo da cabeça. Cada um está ligado a determinados temas, áreas orgânicas e qualidades da alma. Quem aprende Reiki usa este modelo não para diagnosticar pessoas apressadamente, mas para perceber de forma mais fina onde a energia atua livremente e onde parece estar mais presa.

O chakra raiz

O primeiro chakra, Muladhara, situa-se na região do cóccix e do pavimento pélvico. É-lhe atribuída a cor vermelha, e o seu elemento é a terra. Representa segurança, enraizamento, existência corporal, origem e a pergunta sobre se te sentes sustentado pela vida. Quando aqui há calma, a pessoa parece muitas vezes estável e presente. Quando esta área está sobrecarregada, podem surgir medo, inquietação ou a sensação de não ter chão firme.

O chakra sacral

Svadhisthana situa-se no baixo-ventre e está associado à cor laranja e ao elemento água. Aqui trata-se de fluxo, sentimento, sensualidade, criatividade e relação. Um estado livre manifesta-se muitas vezes em flexibilidade e vitalidade. Se esta área está bloqueada, podem surgir rigidez, culpa, dormência emocional ou dificuldades no contacto com prazer e proximidade.

O plexo solar

Manipura, o terceiro chakra, situa-se na parte superior do abdómen. A sua cor é o amarelo, o seu elemento é o fogo. Representa força de vontade, autoestima, decisão e irradiação pessoal. Muitas pessoas conhecem esta zona imediatamente por experiência: antes de um exame, numa discussão ou perante a vergonha, a barriga contrai-se. É precisamente por isso que este chakra é importante para o Reiki. Aqui mostra-se muitas vezes se alguém está na sua força ou se trabalha interiormente contra si mesmo.

O chakra do coração

Anahata, o chakra do coração, situa-se no centro do peito e está associado ao verde. É considerado uma ponte entre os chakras inferiores, mais marcados pelo corpo, e os centros superiores, mais marcados pelo espírito. Os seus temas são amor, compaixão, ligação e a capacidade de dar e receber. Quando uma pessoa realiza muito, mas quase não consegue permitir proximidade, a tensão manifesta-se muitas vezes precisamente aqui. Na prática do Reiki, o chakra do coração tem frequentemente uma importância especial, porque através do coração muitos processos se ordenam e se tornam mais suaves.

Chakras da garganta, da testa e da coroa

Vishuddha, o chakra da garganta, diz respeito à expressão, à verdade e à comunicação. Não se trata apenas da palavra falada, mas também da capacidade de não engolir o essencial. Ajna, o chakra da testa entre as sobrancelhas, representa intuição, clareza interior e orientação mental. Sahasrara, o chakra da coroa no topo da cabeça, é relacionado com ligação, consciência e abertura espiritual.

Estes chakras superiores são muitas vezes sobrevalorizados, porque muitas pessoas preferem trabalhar “em cima” em vez de em baixo. Mas um mestre de Reiki lembrar-te-ia: um chakra da coroa aberto serve de pouco se o chakra raiz estiver instável. Quem procura apenas subir e não tem chão em baixo perde facilmente o centro.

Como o Reiki trabalha com os chakras

O Reiki não intervém mecanicamente num chakra. Não funciona segundo o padrão: aqui está o problema, ali carrego no botão certo. Pelo contrário, o Reiki apoia o organismo a encontrar equilíbrio. Se colocas uma mão na barriga e outra no coração, por exemplo, pode revelar-se que a respiração se torna mais profunda e que uma pressão interior cede. Então não foi “reparado um chakra”; foi aliviada uma ligação.

Um bom exemplo é o luto. Muitas vezes toca o chakra do coração, mas também pode fechar a garganta, enfraquecer a barriga e afetar o enraizamento. O Reiki segue melhor estas relações do que moldes rígidos. Por isso, no Reiki, o sistema dos chakras é um conhecimento de orientação, não uma grelha fixa.

Porque este conhecimento é útil

Quando conheces os chakras, começas a desenvolver linguagem para experiências subtis. Percebes mais facilmente se um medo te enfraquece na parte inferior do corpo, se a irritação arde no plexo solar ou se algo te fica “preso” na garganta. Assim, a tua perceção torna-se mais concreta. E quanto mais precisamente percebes, mais calma e certeira se tornará mais tarde a tua prática de Reiki.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Os sete chakras – compreender o teu sistema energético

O sistema dos chakras pertence aos modelos mais conhecidos do trabalho energético, mas muitas vezes é simplificado demasiado depressa. Os chakras não são apenas círculos coloridos num cartaz. Na tradição, são entendidos como centros de energia que recebem, ordenam e encaminham a energia vital. A palavra chakra vem do sânscrito e significa roda ou vórtice. Portanto, o que está em causa é movimento. Um chakra não é uma coisa rígida, mas um processo.

Os sete chakras principais são descritos ao longo do eixo do corpo, desde o pavimento pélvico até ao topo da cabeça. Cada um está ligado a determinados temas, áreas orgânicas e qualidades da alma. Quem aprende Reiki usa este modelo não para diagnosticar pessoas apressadamente, mas para perceber de forma mais fina onde a energia atua livremente e onde parece estar mais presa.

O chakra raiz

O primeiro chakra, Muladhara, situa-se na região do cóccix e do pavimento pélvico. É-lhe atribuída a cor vermelha, e o seu elemento é a terra. Representa segurança, enraizamento, existência corporal, origem e a pergunta sobre se te sentes sustentado pela vida. Quando aqui há calma, a pessoa parece muitas vezes estável e presente. Quando esta área está sobrecarregada, podem surgir medo, inquietação ou a sensação de não ter chão firme.

O chakra sacral

Svadhisthana situa-se no baixo-ventre e está associado à cor laranja e ao elemento água. Aqui trata-se de fluxo, sentimento, sensualidade, criatividade e relação. Um estado livre manifesta-se muitas vezes em flexibilidade e vitalidade. Se esta área está bloqueada, podem surgir rigidez, culpa, dormência emocional ou dificuldades no contacto com prazer e proximidade.

O plexo solar

Manipura, o terceiro chakra, situa-se na parte superior do abdómen. A sua cor é o amarelo, o seu elemento é o fogo. Representa força de vontade, autoestima, decisão e irradiação pessoal. Muitas pessoas conhecem esta zona imediatamente por experiência: antes de um exame, numa discussão ou perante a vergonha, a barriga contrai-se. É precisamente por isso que este chakra é importante para o Reiki. Aqui mostra-se muitas vezes se alguém está na sua força ou se trabalha interiormente contra si mesmo.

O chakra do coração

Anahata, o chakra do coração, situa-se no centro do peito e está associado ao verde. É considerado uma ponte entre os chakras inferiores, mais marcados pelo corpo, e os centros superiores, mais marcados pelo espírito. Os seus temas são amor, compaixão, ligação e a capacidade de dar e receber. Quando uma pessoa realiza muito, mas quase não consegue permitir proximidade, a tensão manifesta-se muitas vezes precisamente aqui. Na prática do Reiki, o chakra do coração tem frequentemente uma importância especial, porque através do coração muitos processos se ordenam e se tornam mais suaves.

Chakras da garganta, da testa e da coroa

Vishuddha, o chakra da garganta, diz respeito à expressão, à verdade e à comunicação. Não se trata apenas da palavra falada, mas também da capacidade de não engolir o essencial. Ajna, o chakra da testa entre as sobrancelhas, representa intuição, clareza interior e orientação mental. Sahasrara, o chakra da coroa no topo da cabeça, é relacionado com ligação, consciência e abertura espiritual.

Estes chakras superiores são muitas vezes sobrevalorizados, porque muitas pessoas preferem trabalhar “em cima” em vez de em baixo. Mas um mestre de Reiki lembrar-te-ia: um chakra da coroa aberto serve de pouco se o chakra raiz estiver instável. Quem procura apenas subir e não tem chão em baixo perde facilmente o centro.

Como o Reiki trabalha com os chakras

O Reiki não intervém mecanicamente num chakra. Não funciona segundo o padrão: aqui está o problema, ali carrego no botão certo. Pelo contrário, o Reiki apoia o organismo a encontrar equilíbrio. Se colocas uma mão na barriga e outra no coração, por exemplo, pode revelar-se que a respiração se torna mais profunda e que uma pressão interior cede. Então não foi “reparado um chakra”; foi aliviada uma ligação.

Um bom exemplo é o luto. Muitas vezes toca o chakra do coração, mas também pode fechar a garganta, enfraquecer a barriga e afetar o enraizamento. O Reiki segue melhor estas relações do que moldes rígidos. Por isso, no Reiki, o sistema dos chakras é um conhecimento de orientação, não uma grelha fixa.

Porque este conhecimento é útil

Quando conheces os chakras, começas a desenvolver linguagem para experiências subtis. Percebes mais facilmente se um medo te enfraquece na parte inferior do corpo, se a irritação arde no plexo solar ou se algo te fica “preso” na garganta. Assim, a tua perceção torna-se mais concreta. E quanto mais precisamente percebes, mais calma e certeira se tornará mais tarde a tua prática de Reiki.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Os sete chakras – compreender o teu sistema energético

O sistema dos chakras pertence aos modelos mais conhecidos do trabalho energético, mas muitas vezes é simplificado demasiado depressa. Os chakras não são apenas círculos coloridos num cartaz. Na tradição, são entendidos como centros de energia que recebem, ordenam e encaminham a energia vital. A palavra chakra vem do sânscrito e significa roda ou vórtice. Portanto, o que está em causa é movimento. Um chakra não é uma coisa rígida, mas um processo.

Os sete chakras principais são descritos ao longo do eixo do corpo, desde o pavimento pélvico até ao topo da cabeça. Cada um está ligado a determinados temas, áreas orgânicas e qualidades da alma. Quem aprende Reiki usa este modelo não para diagnosticar pessoas apressadamente, mas para perceber de forma mais fina onde a energia atua livremente e onde parece estar mais presa.

O chakra raiz

O primeiro chakra, Muladhara, situa-se na região do cóccix e do pavimento pélvico. É-lhe atribuída a cor vermelha, e o seu elemento é a terra. Representa segurança, enraizamento, existência corporal, origem e a pergunta sobre se te sentes sustentado pela vida. Quando aqui há calma, a pessoa parece muitas vezes estável e presente. Quando esta área está sobrecarregada, podem surgir medo, inquietação ou a sensação de não ter chão firme.

O chakra sacral

Svadhisthana situa-se no baixo-ventre e está associado à cor laranja e ao elemento água. Aqui trata-se de fluxo, sentimento, sensualidade, criatividade e relação. Um estado livre manifesta-se muitas vezes em flexibilidade e vitalidade. Se esta área está bloqueada, podem surgir rigidez, culpa, dormência emocional ou dificuldades no contacto com prazer e proximidade.

O plexo solar

Manipura, o terceiro chakra, situa-se na parte superior do abdómen. A sua cor é o amarelo, o seu elemento é o fogo. Representa força de vontade, autoestima, decisão e irradiação pessoal. Muitas pessoas conhecem esta zona imediatamente por experiência: antes de um exame, numa discussão ou perante a vergonha, a barriga contrai-se. É precisamente por isso que este chakra é importante para o Reiki. Aqui mostra-se muitas vezes se alguém está na sua força ou se trabalha interiormente contra si mesmo.

O chakra do coração

Anahata, o chakra do coração, situa-se no centro do peito e está associado ao verde. É considerado uma ponte entre os chakras inferiores, mais marcados pelo corpo, e os centros superiores, mais marcados pelo espírito. Os seus temas são amor, compaixão, ligação e a capacidade de dar e receber. Quando uma pessoa realiza muito, mas quase não consegue permitir proximidade, a tensão manifesta-se muitas vezes precisamente aqui. Na prática do Reiki, o chakra do coração tem frequentemente uma importância especial, porque através do coração muitos processos se ordenam e se tornam mais suaves.

Chakras da garganta, da testa e da coroa

Vishuddha, o chakra da garganta, diz respeito à expressão, à verdade e à comunicação. Não se trata apenas da palavra falada, mas também da capacidade de não engolir o essencial. Ajna, o chakra da testa entre as sobrancelhas, representa intuição, clareza interior e orientação mental. Sahasrara, o chakra da coroa no topo da cabeça, é relacionado com ligação, consciência e abertura espiritual.

Estes chakras superiores são muitas vezes sobrevalorizados, porque muitas pessoas preferem trabalhar “em cima” em vez de em baixo. Mas um mestre de Reiki lembrar-te-ia: um chakra da coroa aberto serve de pouco se o chakra raiz estiver instável. Quem procura apenas subir e não tem chão em baixo perde facilmente o centro.

Como o Reiki trabalha com os chakras

O Reiki não intervém mecanicamente num chakra. Não funciona segundo o padrão: aqui está o problema, ali carrego no botão certo. Pelo contrário, o Reiki apoia o organismo a encontrar equilíbrio. Se colocas uma mão na barriga e outra no coração, por exemplo, pode revelar-se que a respiração se torna mais profunda e que uma pressão interior cede. Então não foi “reparado um chakra”; foi aliviada uma ligação.

Um bom exemplo é o luto. Muitas vezes toca o chakra do coração, mas também pode fechar a garganta, enfraquecer a barriga e afetar o enraizamento. O Reiki segue melhor estas relações do que moldes rígidos. Por isso, no Reiki, o sistema dos chakras é um conhecimento de orientação, não uma grelha fixa.

Porque este conhecimento é útil

Quando conheces os chakras, começas a desenvolver linguagem para experiências subtis. Percebes mais facilmente se um medo te enfraquece na parte inferior do corpo, se a irritação arde no plexo solar ou se algo te fica “preso” na garganta. Assim, a tua perceção torna-se mais concreta. E quanto mais precisamente percebes, mais calma e certeira se tornará mais tarde a tua prática de Reiki.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.