Fase 6 · Reiki II – Prática e Integração
Dia 290 do teu caminho Reiki

Reiki e
gratidão III

A gratidão como modo de vida

✦   Reiki e gratidão III

Gratidão como atitude básica vivida

A gratidão é fácil de compreender mal. Muitos confundem-na com complacência, autoapaziguamento ou a obrigação de achar tudo bonito. Num nível mais profundo de Reiki, porém, a gratidão é outra coisa. Torna-se uma atitude que vê o que é dado sem negar a dor, e reconhece o bom sem ficar cega ao difícil. É precisamente por isso que pertence tão intimamente aos Gokai.

A gratidão como atitude de vida não nasce apenas de frases bonitas. Cresce da perceção, da humildade e da disponibilidade para não ficar constantemente fixado na falta. Isto não é um exercício ingénuo. Precisamente pessoas que veem muito sofrimento ou atravessam elas próprias fases difíceis precisam de uma forma de gratidão que não minta.

O que a gratidão profunda não é

Não é sorrir para apagar feridas. Nem todas as situações pedem primeiro gratidão. Às vezes é preciso tristeza, raiva, clarificação ou proteção. Se a gratidão for usada cedo demais, torna-se pouco útil e falsa.

A verdadeira gratidão começa muitas vezes mais pequena. Por uma respiração tranquila. Por um pensamento claro. Pela capacidade de não endurecer por completo. Por ajuda que realmente existe. A partir destes lugares concretos cresce uma atitude capaz de sustentar.

Como o Reiki apoia esta atitude

Cho Ku Rei pode ajudar a não apenas pensar a gratidão, mas a ancorá-la no corpo. O símbolo de poder chama energia aqui e agora. Sobretudo em pessoas que se vivem constantemente em défice, este regresso à presença concreta é muitas vezes um primeiro passo.

Sei He Ki torna-se importante quando pensamento de falta, amargura, preocupação constante ou antiga mágoa estreitam a perceção. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos. Só quando esses estados se tornam um pouco mais suaves é que a gratidão pode ser mais do que exercício obrigatório.

Hon Sha Ze Sho Nen pode desempenhar um papel quando relacionas a gratidão com um caminho mais longo ou determinadas fases da vida, não apenas com o dia atual. Então nasce outro olhar sobre aquilo que te trouxe até aqui.

Exemplos práticos

Um exemplo: atravessas uma semana exigente e percebes que o teu olhar repousa apenas em fracasso e carga. Então uma gratidão profunda não é, de repente, achar tudo bonito. Poderia consistir em notar aquilo que, apesar de tudo, sustenta: o corpo que ainda trabalha, uma pessoa que ajudou, um tratamento que voltou a reunir-te.

Ou num autotratamento torna-se claro que a verdadeira necessidade não está na falta de coisas boas, mas na incapacidade de as receber sequer. Então a gratidão não é dever moral, mas movimento de abertura.

Também no trabalho com outros, a gratidão pode amadurecer. Não como tom piedoso, mas como reconhecimento honesto de que uma pessoa se mostra, de que a confiança nasce, de que a cura acontece muitas vezes em pequenos passos.

Com o tempo, a gratidão também pode tornar-se uma espécie de higiene interior. Quem nota regularmente o que sustenta torna-se menos vulnerável a que a desilusão ocupe de imediato toda a perceção. Isso não torna cego, mas mais amplo.

O que deve ser evitado

A gratidão torna-se pouco útil quando é imposta como regra espiritual de bons modos. Quem sofre não precisa primeiro da indicação de ser grato. Uma boa prática de Reiki conhece o momento certo e a profundidade certa.

Igualmente problemática é uma gratidão que olha apenas para cima e despreza o quotidiano. Se procuras o que é dado apenas no grande, muitas vezes perdes o real no pequeno.

Como se reconhece uma atitude de vida

És menos governado pela falta. Não porque já não haja falta, mas porque ela não ocupa tudo. A perceção torna-se mais ampla. A amargura dissolve-se mais depressa. E reconheces mais vezes o que realmente está presente. É aí que a gratidão se torna uma forma silenciosa de força.

Um velho mestre de Reiki diria: gratidão não é negares o escuro. É que o claro em ti, apesar de tudo, não seja esquecido. É assim que ela se torna atitude de vida.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Reiki e gratidão III

Gratidão como atitude básica vivida

A gratidão é fácil de compreender mal. Muitos confundem-na com complacência, autoapaziguamento ou a obrigação de achar tudo bonito. Num nível mais profundo de Reiki, porém, a gratidão é outra coisa. Torna-se uma atitude que vê o que é dado sem negar a dor, e reconhece o bom sem ficar cega ao difícil. É precisamente por isso que pertence tão intimamente aos Gokai.

A gratidão como atitude de vida não nasce apenas de frases bonitas. Cresce da perceção, da humildade e da disponibilidade para não ficar constantemente fixado na falta. Isto não é um exercício ingénuo. Precisamente pessoas que veem muito sofrimento ou atravessam elas próprias fases difíceis precisam de uma forma de gratidão que não minta.

O que a gratidão profunda não é

Não é sorrir para apagar feridas. Nem todas as situações pedem primeiro gratidão. Às vezes é preciso tristeza, raiva, clarificação ou proteção. Se a gratidão for usada cedo demais, torna-se pouco útil e falsa.

A verdadeira gratidão começa muitas vezes mais pequena. Por uma respiração tranquila. Por um pensamento claro. Pela capacidade de não endurecer por completo. Por ajuda que realmente existe. A partir destes lugares concretos cresce uma atitude capaz de sustentar.

Como o Reiki apoia esta atitude

Cho Ku Rei pode ajudar a não apenas pensar a gratidão, mas a ancorá-la no corpo. O símbolo de poder chama energia aqui e agora. Sobretudo em pessoas que se vivem constantemente em défice, este regresso à presença concreta é muitas vezes um primeiro passo.

Sei He Ki torna-se importante quando pensamento de falta, amargura, preocupação constante ou antiga mágoa estreitam a perceção. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos. Só quando esses estados se tornam um pouco mais suaves é que a gratidão pode ser mais do que exercício obrigatório.

Hon Sha Ze Sho Nen pode desempenhar um papel quando relacionas a gratidão com um caminho mais longo ou determinadas fases da vida, não apenas com o dia atual. Então nasce outro olhar sobre aquilo que te trouxe até aqui.

Exemplos práticos

Um exemplo: atravessas uma semana exigente e percebes que o teu olhar repousa apenas em fracasso e carga. Então uma gratidão profunda não é, de repente, achar tudo bonito. Poderia consistir em notar aquilo que, apesar de tudo, sustenta: o corpo que ainda trabalha, uma pessoa que ajudou, um tratamento que voltou a reunir-te.

Ou num autotratamento torna-se claro que a verdadeira necessidade não está na falta de coisas boas, mas na incapacidade de as receber sequer. Então a gratidão não é dever moral, mas movimento de abertura.

Também no trabalho com outros, a gratidão pode amadurecer. Não como tom piedoso, mas como reconhecimento honesto de que uma pessoa se mostra, de que a confiança nasce, de que a cura acontece muitas vezes em pequenos passos.

Com o tempo, a gratidão também pode tornar-se uma espécie de higiene interior. Quem nota regularmente o que sustenta torna-se menos vulnerável a que a desilusão ocupe de imediato toda a perceção. Isso não torna cego, mas mais amplo.

O que deve ser evitado

A gratidão torna-se pouco útil quando é imposta como regra espiritual de bons modos. Quem sofre não precisa primeiro da indicação de ser grato. Uma boa prática de Reiki conhece o momento certo e a profundidade certa.

Igualmente problemática é uma gratidão que olha apenas para cima e despreza o quotidiano. Se procuras o que é dado apenas no grande, muitas vezes perdes o real no pequeno.

Como se reconhece uma atitude de vida

És menos governado pela falta. Não porque já não haja falta, mas porque ela não ocupa tudo. A perceção torna-se mais ampla. A amargura dissolve-se mais depressa. E reconheces mais vezes o que realmente está presente. É aí que a gratidão se torna uma forma silenciosa de força.

Um velho mestre de Reiki diria: gratidão não é negares o escuro. É que o claro em ti, apesar de tudo, não seja esquecido. É assim que ela se torna atitude de vida.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Reiki e gratidão III

Gratidão como atitude básica vivida

A gratidão é fácil de compreender mal. Muitos confundem-na com complacência, autoapaziguamento ou a obrigação de achar tudo bonito. Num nível mais profundo de Reiki, porém, a gratidão é outra coisa. Torna-se uma atitude que vê o que é dado sem negar a dor, e reconhece o bom sem ficar cega ao difícil. É precisamente por isso que pertence tão intimamente aos Gokai.

A gratidão como atitude de vida não nasce apenas de frases bonitas. Cresce da perceção, da humildade e da disponibilidade para não ficar constantemente fixado na falta. Isto não é um exercício ingénuo. Precisamente pessoas que veem muito sofrimento ou atravessam elas próprias fases difíceis precisam de uma forma de gratidão que não minta.

O que a gratidão profunda não é

Não é sorrir para apagar feridas. Nem todas as situações pedem primeiro gratidão. Às vezes é preciso tristeza, raiva, clarificação ou proteção. Se a gratidão for usada cedo demais, torna-se pouco útil e falsa.

A verdadeira gratidão começa muitas vezes mais pequena. Por uma respiração tranquila. Por um pensamento claro. Pela capacidade de não endurecer por completo. Por ajuda que realmente existe. A partir destes lugares concretos cresce uma atitude capaz de sustentar.

Como o Reiki apoia esta atitude

Cho Ku Rei pode ajudar a não apenas pensar a gratidão, mas a ancorá-la no corpo. O símbolo de poder chama energia aqui e agora. Sobretudo em pessoas que se vivem constantemente em défice, este regresso à presença concreta é muitas vezes um primeiro passo.

Sei He Ki torna-se importante quando pensamento de falta, amargura, preocupação constante ou antiga mágoa estreitam a perceção. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos. Só quando esses estados se tornam um pouco mais suaves é que a gratidão pode ser mais do que exercício obrigatório.

Hon Sha Ze Sho Nen pode desempenhar um papel quando relacionas a gratidão com um caminho mais longo ou determinadas fases da vida, não apenas com o dia atual. Então nasce outro olhar sobre aquilo que te trouxe até aqui.

Exemplos práticos

Um exemplo: atravessas uma semana exigente e percebes que o teu olhar repousa apenas em fracasso e carga. Então uma gratidão profunda não é, de repente, achar tudo bonito. Poderia consistir em notar aquilo que, apesar de tudo, sustenta: o corpo que ainda trabalha, uma pessoa que ajudou, um tratamento que voltou a reunir-te.

Ou num autotratamento torna-se claro que a verdadeira necessidade não está na falta de coisas boas, mas na incapacidade de as receber sequer. Então a gratidão não é dever moral, mas movimento de abertura.

Também no trabalho com outros, a gratidão pode amadurecer. Não como tom piedoso, mas como reconhecimento honesto de que uma pessoa se mostra, de que a confiança nasce, de que a cura acontece muitas vezes em pequenos passos.

Com o tempo, a gratidão também pode tornar-se uma espécie de higiene interior. Quem nota regularmente o que sustenta torna-se menos vulnerável a que a desilusão ocupe de imediato toda a perceção. Isso não torna cego, mas mais amplo.

O que deve ser evitado

A gratidão torna-se pouco útil quando é imposta como regra espiritual de bons modos. Quem sofre não precisa primeiro da indicação de ser grato. Uma boa prática de Reiki conhece o momento certo e a profundidade certa.

Igualmente problemática é uma gratidão que olha apenas para cima e despreza o quotidiano. Se procuras o que é dado apenas no grande, muitas vezes perdes o real no pequeno.

Como se reconhece uma atitude de vida

És menos governado pela falta. Não porque já não haja falta, mas porque ela não ocupa tudo. A perceção torna-se mais ampla. A amargura dissolve-se mais depressa. E reconheces mais vezes o que realmente está presente. É aí que a gratidão se torna uma forma silenciosa de força.

Um velho mestre de Reiki diria: gratidão não é negares o escuro. É que o claro em ti, apesar de tudo, não seja esquecido. É assim que ela se torna atitude de vida.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.