Fase 7 · Reiki III – Nível de mestre
Dia 321 do teu caminho Reiki

Curar com
presença

Às vezes, estar presente é suficiente

✦   Curar com presença

Por vezes basta estar presente. Esta frase soa simples, mas muitas vezes só é verdadeiramente compreendida mais tarde. Muitas pessoas começam Reiki com o desejo de provocar algo, libertar algo, melhorar algo. Isso não está errado. Mas no grau de mestre torna-se mais claro que algumas das sessões mais profundas são curativas não porque se fez muito, mas porque alguém esteve presente de forma plena, calma e sem disfarce.

Presença não é passividade. Também não é apenas atenção simpática. Trata-se de uma forma de presença na qual não estás constantemente a antecipar, a interpretar ou interiormente já no próximo passo. Permaneces com a pessoa, com o espaço, com a tua respiração, com aquilo que realmente está presente. Muitas inquietações não se libertam primeiro pela técnica, mas pelo facto de finalmente nada ter de ser empurrado para longe.

**Porque a presença é tão importante no Reiki**

O Reiki flui não apenas através de símbolos, posições das mãos e rituais, mas também através da qualidade do estado em que tratas. Se estás apressado, queres controlar constantemente ou interiormente impressionar, até uma sessão formalmente correta fica mais estreita. Se, pelo contrário, estás realmente presente, até pouco fazer visível pode tornar-se muito profundo.

Curar com presença é especialmente importante em situações nas quais as pessoas não precisam primeiro de conselho ou interpretação, mas de sustentação. Luto, esgotamento, vazio interior, transições, medo ou cansaço profundo muitas vezes não podem ser tratados como um problema técnico a eliminar. Aqui a presença atua como um recipiente silencioso. Sustenta, sem pressionar. E precisamente por isso surge muitas vezes pela primeira vez a possibilidade de transformação.

Também para ti a presença é curativa. Muitos praticantes percebem que se esforçam para que uma sessão seja "boa". O caminho de mestre conduz antes na direção oposta: menos ativismo, mais precisão, mais calmo estar presente. Isso não torna o trabalho mais fraco nem mais difuso. Torna-o mais honesto.

**Como os símbolos sustentam esta atitude**

Cho Ku Rei ajuda a reunir a presença. Quando percebes que estás disperso, o símbolo de poder pode chamar-te de volta ao aqui e agora. Concentra a energia sem criar pressa. Muitas vezes, só este recolhimento basta para que uma sessão volte a ficar clara.

Sei He Ki é valioso quando estados psíquicos dificultam a presença. Inquietação, medo, impulso de ajudar, pressão interior ou sobreidentificação emocional podem fazer com que não permaneças realmente com a pessoa, mas te enredes nas tuas próprias reações. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a tua presença mais livre.

Dai Ko Myo pode, no grau de mestre, trazer uma força de sustentação mais profunda a esta forma de estar presente. Não como um grande brilho, mas como amplitude tranquila. A presença ganha então mais profundidade sem que tenhas de fazer mais.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: uma pessoa chega até ti esgotada e começa imediatamente a chorar. Percebes em ti o desejo de dizer rapidamente algo consolador ou inteligente. Curar com presença talvez signifique aqui primeiro: respirar, ficar, pousar as mãos calmamente ou sentar-te em silêncio ao lado da pessoa. Nem todo o vazio tem de ser imediatamente preenchido com palavras.

Outro exemplo: numa sessão aparentemente acontece pouco. Sem sensações fortes, sem imagens especiais. Antes talvez tivesses pensado que o tratamento não foi profundo. Mas mais tarde a pessoa diz que, pela primeira vez, não se sentiu pressionada no seu estado. Precisamente isso pode ser um forte momento curativo.

Ou tratas-te a ti mesmo e percebes que até no autotratamento queres interiormente produzir desempenho. Então a presença é o verdadeiro exercício. Pousar as mãos, respirar, não forçar nada, não verificar constantemente se já está a acontecer o suficiente. Isto soa simples e muitas vezes é mais difícil do que qualquer técnica complexa.

**O que deve ser evitado**

A presença torna-se desagradável quando é usada como desculpa para não aprender mais nada. "Estou simplesmente presente" não basta se, na verdade, for apenas falta de clareza ou comodismo. A presença madura não se opõe à precisão técnica, mas sustenta-a. Inversamente, torna-se igualmente desagradável quando um tratamento está tão cheio de métodos que já não resta nenhum espaço real.

Também aqui se aplica: presença não é um recurso estilístico com que queiras parecer especialmente profundo. É uma atitude que se mostra no respeito por aquilo que realmente está presente. Assim que se torna pose, perde a força.

**Como se reconhece uma boa presença**

Quando este tema amadurece, tornas-te mais calmo nas sessões. Precisas de controlar menos. As pessoas sentem-se menos trabalhadas e mais verdadeiramente acompanhadas. Também tu sais do trabalho mais ordenado, porque não tentaste constantemente forçar algo.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Por vezes, não é primeiro a mão que cura, mas a verdade com que ela está presente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Curar com presença

Por vezes basta estar presente. Esta frase soa simples, mas muitas vezes só é verdadeiramente compreendida mais tarde. Muitas pessoas começam Reiki com o desejo de provocar algo, libertar algo, melhorar algo. Isso não está errado. Mas no grau de mestre torna-se mais claro que algumas das sessões mais profundas são curativas não porque se fez muito, mas porque alguém esteve presente de forma plena, calma e sem disfarce.

Presença não é passividade. Também não é apenas atenção simpática. Trata-se de uma forma de presença na qual não estás constantemente a antecipar, a interpretar ou interiormente já no próximo passo. Permaneces com a pessoa, com o espaço, com a tua respiração, com aquilo que realmente está presente. Muitas inquietações não se libertam primeiro pela técnica, mas pelo facto de finalmente nada ter de ser empurrado para longe.

**Porque a presença é tão importante no Reiki**

O Reiki flui não apenas através de símbolos, posições das mãos e rituais, mas também através da qualidade do estado em que tratas. Se estás apressado, queres controlar constantemente ou interiormente impressionar, até uma sessão formalmente correta fica mais estreita. Se, pelo contrário, estás realmente presente, até pouco fazer visível pode tornar-se muito profundo.

Curar com presença é especialmente importante em situações nas quais as pessoas não precisam primeiro de conselho ou interpretação, mas de sustentação. Luto, esgotamento, vazio interior, transições, medo ou cansaço profundo muitas vezes não podem ser tratados como um problema técnico a eliminar. Aqui a presença atua como um recipiente silencioso. Sustenta, sem pressionar. E precisamente por isso surge muitas vezes pela primeira vez a possibilidade de transformação.

Também para ti a presença é curativa. Muitos praticantes percebem que se esforçam para que uma sessão seja "boa". O caminho de mestre conduz antes na direção oposta: menos ativismo, mais precisão, mais calmo estar presente. Isso não torna o trabalho mais fraco nem mais difuso. Torna-o mais honesto.

**Como os símbolos sustentam esta atitude**

Cho Ku Rei ajuda a reunir a presença. Quando percebes que estás disperso, o símbolo de poder pode chamar-te de volta ao aqui e agora. Concentra a energia sem criar pressa. Muitas vezes, só este recolhimento basta para que uma sessão volte a ficar clara.

Sei He Ki é valioso quando estados psíquicos dificultam a presença. Inquietação, medo, impulso de ajudar, pressão interior ou sobreidentificação emocional podem fazer com que não permaneças realmente com a pessoa, mas te enredes nas tuas próprias reações. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a tua presença mais livre.

Dai Ko Myo pode, no grau de mestre, trazer uma força de sustentação mais profunda a esta forma de estar presente. Não como um grande brilho, mas como amplitude tranquila. A presença ganha então mais profundidade sem que tenhas de fazer mais.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: uma pessoa chega até ti esgotada e começa imediatamente a chorar. Percebes em ti o desejo de dizer rapidamente algo consolador ou inteligente. Curar com presença talvez signifique aqui primeiro: respirar, ficar, pousar as mãos calmamente ou sentar-te em silêncio ao lado da pessoa. Nem todo o vazio tem de ser imediatamente preenchido com palavras.

Outro exemplo: numa sessão aparentemente acontece pouco. Sem sensações fortes, sem imagens especiais. Antes talvez tivesses pensado que o tratamento não foi profundo. Mas mais tarde a pessoa diz que, pela primeira vez, não se sentiu pressionada no seu estado. Precisamente isso pode ser um forte momento curativo.

Ou tratas-te a ti mesmo e percebes que até no autotratamento queres interiormente produzir desempenho. Então a presença é o verdadeiro exercício. Pousar as mãos, respirar, não forçar nada, não verificar constantemente se já está a acontecer o suficiente. Isto soa simples e muitas vezes é mais difícil do que qualquer técnica complexa.

**O que deve ser evitado**

A presença torna-se desagradável quando é usada como desculpa para não aprender mais nada. "Estou simplesmente presente" não basta se, na verdade, for apenas falta de clareza ou comodismo. A presença madura não se opõe à precisão técnica, mas sustenta-a. Inversamente, torna-se igualmente desagradável quando um tratamento está tão cheio de métodos que já não resta nenhum espaço real.

Também aqui se aplica: presença não é um recurso estilístico com que queiras parecer especialmente profundo. É uma atitude que se mostra no respeito por aquilo que realmente está presente. Assim que se torna pose, perde a força.

**Como se reconhece uma boa presença**

Quando este tema amadurece, tornas-te mais calmo nas sessões. Precisas de controlar menos. As pessoas sentem-se menos trabalhadas e mais verdadeiramente acompanhadas. Também tu sais do trabalho mais ordenado, porque não tentaste constantemente forçar algo.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Por vezes, não é primeiro a mão que cura, mas a verdade com que ela está presente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Curar com presença

Por vezes basta estar presente. Esta frase soa simples, mas muitas vezes só é verdadeiramente compreendida mais tarde. Muitas pessoas começam Reiki com o desejo de provocar algo, libertar algo, melhorar algo. Isso não está errado. Mas no grau de mestre torna-se mais claro que algumas das sessões mais profundas são curativas não porque se fez muito, mas porque alguém esteve presente de forma plena, calma e sem disfarce.

Presença não é passividade. Também não é apenas atenção simpática. Trata-se de uma forma de presença na qual não estás constantemente a antecipar, a interpretar ou interiormente já no próximo passo. Permaneces com a pessoa, com o espaço, com a tua respiração, com aquilo que realmente está presente. Muitas inquietações não se libertam primeiro pela técnica, mas pelo facto de finalmente nada ter de ser empurrado para longe.

**Porque a presença é tão importante no Reiki**

O Reiki flui não apenas através de símbolos, posições das mãos e rituais, mas também através da qualidade do estado em que tratas. Se estás apressado, queres controlar constantemente ou interiormente impressionar, até uma sessão formalmente correta fica mais estreita. Se, pelo contrário, estás realmente presente, até pouco fazer visível pode tornar-se muito profundo.

Curar com presença é especialmente importante em situações nas quais as pessoas não precisam primeiro de conselho ou interpretação, mas de sustentação. Luto, esgotamento, vazio interior, transições, medo ou cansaço profundo muitas vezes não podem ser tratados como um problema técnico a eliminar. Aqui a presença atua como um recipiente silencioso. Sustenta, sem pressionar. E precisamente por isso surge muitas vezes pela primeira vez a possibilidade de transformação.

Também para ti a presença é curativa. Muitos praticantes percebem que se esforçam para que uma sessão seja "boa". O caminho de mestre conduz antes na direção oposta: menos ativismo, mais precisão, mais calmo estar presente. Isso não torna o trabalho mais fraco nem mais difuso. Torna-o mais honesto.

**Como os símbolos sustentam esta atitude**

Cho Ku Rei ajuda a reunir a presença. Quando percebes que estás disperso, o símbolo de poder pode chamar-te de volta ao aqui e agora. Concentra a energia sem criar pressa. Muitas vezes, só este recolhimento basta para que uma sessão volte a ficar clara.

Sei He Ki é valioso quando estados psíquicos dificultam a presença. Inquietação, medo, impulso de ajudar, pressão interior ou sobreidentificação emocional podem fazer com que não permaneças realmente com a pessoa, mas te enredes nas tuas próprias reações. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a tua presença mais livre.

Dai Ko Myo pode, no grau de mestre, trazer uma força de sustentação mais profunda a esta forma de estar presente. Não como um grande brilho, mas como amplitude tranquila. A presença ganha então mais profundidade sem que tenhas de fazer mais.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: uma pessoa chega até ti esgotada e começa imediatamente a chorar. Percebes em ti o desejo de dizer rapidamente algo consolador ou inteligente. Curar com presença talvez signifique aqui primeiro: respirar, ficar, pousar as mãos calmamente ou sentar-te em silêncio ao lado da pessoa. Nem todo o vazio tem de ser imediatamente preenchido com palavras.

Outro exemplo: numa sessão aparentemente acontece pouco. Sem sensações fortes, sem imagens especiais. Antes talvez tivesses pensado que o tratamento não foi profundo. Mas mais tarde a pessoa diz que, pela primeira vez, não se sentiu pressionada no seu estado. Precisamente isso pode ser um forte momento curativo.

Ou tratas-te a ti mesmo e percebes que até no autotratamento queres interiormente produzir desempenho. Então a presença é o verdadeiro exercício. Pousar as mãos, respirar, não forçar nada, não verificar constantemente se já está a acontecer o suficiente. Isto soa simples e muitas vezes é mais difícil do que qualquer técnica complexa.

**O que deve ser evitado**

A presença torna-se desagradável quando é usada como desculpa para não aprender mais nada. "Estou simplesmente presente" não basta se, na verdade, for apenas falta de clareza ou comodismo. A presença madura não se opõe à precisão técnica, mas sustenta-a. Inversamente, torna-se igualmente desagradável quando um tratamento está tão cheio de métodos que já não resta nenhum espaço real.

Também aqui se aplica: presença não é um recurso estilístico com que queiras parecer especialmente profundo. É uma atitude que se mostra no respeito por aquilo que realmente está presente. Assim que se torna pose, perde a força.

**Como se reconhece uma boa presença**

Quando este tema amadurece, tornas-te mais calmo nas sessões. Precisas de controlar menos. As pessoas sentem-se menos trabalhadas e mais verdadeiramente acompanhadas. Também tu sais do trabalho mais ordenado, porque não tentaste constantemente forçar algo.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Por vezes, não é primeiro a mão que cura, mas a verdade com que ela está presente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.