Fase 8 · Reiki III – Prática de mestre
Dia 335 do teu caminho Reiki

Praticar
a iniciação

Praticar com almofadas e visualização

✦   Praticar a iniciação

Praticar a iniciação exige uma forma especial de disciplina. Precisamente porque se trata de algo digno, não se deve descobrir só no momento real onde insegurança, falta de clareza ou nervosismo ainda são grandes. Praticar com almofada, cadeira, substituto ou em visualização tem, por isso, um sentido claro: não banalizar uma forma sagrada, mas preparar o próprio recolhimento, a segurança dos movimentos e a atitude interior.

Esta prática precisa, no entanto, da disposição correta. Quem a entende apenas como ensaio a seco de uma técnica secreta falha algo essencial. Não se trata apenas de repetir passos de alguma forma correta. Trata-se de forma e espírito se encontrarem. Praticar iniciação significa: aprender como sustentas um espaço, como conduzes o teu corpo calmamente, como não perdes a respiração e como permaneces em dignidade, mesmo quando ninguém está sentado à tua frente.

**Porque a prática aqui faz sentido**

Muitos momentos pouco limpos no ensino não nascem de má vontade, mas de falta de familiaridade. Quem conhece uma forma apenas teoricamente fica rapidamente tenso na execução real. Exatamente então a atenção sai da pessoa e vai para a própria insegurança. Através da prática, o enquadramento exterior pode tornar-se tão familiar que te tornas interiormente mais livre.

A visualização não é de modo nenhum de segunda categoria. Quando acontece de forma séria e recolhida, treina perceção, sequência, atitude e clareza interior. Não substitui a realidade da verdadeira transmissão, mas prepara-a. Especialmente no grau de mestre, é sensato não confiar apenas na força espontânea, mas também cuidar da forma.

Também praticar com uma almofada ou substituto pode ser útil. Retira ao corpo o estranho de se mover no espaço, parar, começar e fechar. Assim se torna claro onde os movimentos são apressados, onde algo emperra, onde a respiração se perde ou onde o recolhimento se rompe.

**Que símbolos acompanham aqui de forma sensata**

Cho Ku Rei ajuda a reunir o espaço de prática. Mesmo que não aconteça uma iniciação real, a prática não deve tornar-se arbitrária. O símbolo de poder cria presença clara e lembra que também a preparação precisa de dignidade.

Dai Ko Myo é especialmente adequado nesta prática, porque é o símbolo de mestre e toca o nível da transmissão. Fornece energia máxima, mas na prática mostra-se sobretudo a sua profundidade ordenadora: não pressa, mas seriedade.

Sei He Ki pode ser importante quando insegurança, pressão de perfeição, reverência ou medo perturbam a prática. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a forma mais acessível.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: praticas uma iniciação numa sala vazia e percebes que em certos pontos aceleras interiormente. Esta é uma observação valiosa. Talvez mostre que evitas inconscientemente tensão ou tens medo de esquecer algo. É exatamente para isso que serve a prática.

Outro exemplo: trabalhas com visualização e percebes que a tua atenção salta constantemente entre a sequência exterior e a imagem de quem recebe. Então a próxima unidade de prática pode servir conscientemente apenas ao recolhimento. Nem tudo tem de ser treinado ao mesmo tempo em cada passagem.

Ou percebes ao praticar que recordas a forma, mas interiormente ainda queres demasiado "desempenhar". Então talvez essa seja a compreensão mais importante. A iniciação não precisa primeiro de dramatismo, mas de um lugar interior silencioso e sustentador.

**O que deve ser evitado**

É inadequada uma prática que cai em falta de respeito. Se a forma é ensaiada apenas de passagem ou com pressa, perde o seu sentido. Igualmente desagradável é uma seriedade exagerada, em que a própria preparação se torna tão pesada que já não é possível qualquer movimento de aprendizagem. Dignidade e prática podem andar juntas.

Também aqui continua importante: prática não substitui acompanhamento de professor. Especialmente em formas tão sensíveis, feedback é precioso. Mesmo que pratiques muito sozinho, em algum momento é preciso o olhar de fora que vê aquilo que tu próprio não vês.

**Como se reconhece uma boa prática**

Quando esta prática amadurece, tornas-te mais calmo na forma. Os movimentos tornam-se mais claros. A respiração fica contigo. Tens de segurar menos coisas ao mesmo tempo. E percebes que não só a sequência se ordena, mas também a tua atitude interior perante a transmissão.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Boa preparação reconhece-se pelo facto de, no momento real, já não seres tu a lutar com a forma, mas a forma poder sustentar-te.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Praticar a iniciação

Praticar a iniciação exige uma forma especial de disciplina. Precisamente porque se trata de algo digno, não se deve descobrir só no momento real onde insegurança, falta de clareza ou nervosismo ainda são grandes. Praticar com almofada, cadeira, substituto ou em visualização tem, por isso, um sentido claro: não banalizar uma forma sagrada, mas preparar o próprio recolhimento, a segurança dos movimentos e a atitude interior.

Esta prática precisa, no entanto, da disposição correta. Quem a entende apenas como ensaio a seco de uma técnica secreta falha algo essencial. Não se trata apenas de repetir passos de alguma forma correta. Trata-se de forma e espírito se encontrarem. Praticar iniciação significa: aprender como sustentas um espaço, como conduzes o teu corpo calmamente, como não perdes a respiração e como permaneces em dignidade, mesmo quando ninguém está sentado à tua frente.

**Porque a prática aqui faz sentido**

Muitos momentos pouco limpos no ensino não nascem de má vontade, mas de falta de familiaridade. Quem conhece uma forma apenas teoricamente fica rapidamente tenso na execução real. Exatamente então a atenção sai da pessoa e vai para a própria insegurança. Através da prática, o enquadramento exterior pode tornar-se tão familiar que te tornas interiormente mais livre.

A visualização não é de modo nenhum de segunda categoria. Quando acontece de forma séria e recolhida, treina perceção, sequência, atitude e clareza interior. Não substitui a realidade da verdadeira transmissão, mas prepara-a. Especialmente no grau de mestre, é sensato não confiar apenas na força espontânea, mas também cuidar da forma.

Também praticar com uma almofada ou substituto pode ser útil. Retira ao corpo o estranho de se mover no espaço, parar, começar e fechar. Assim se torna claro onde os movimentos são apressados, onde algo emperra, onde a respiração se perde ou onde o recolhimento se rompe.

**Que símbolos acompanham aqui de forma sensata**

Cho Ku Rei ajuda a reunir o espaço de prática. Mesmo que não aconteça uma iniciação real, a prática não deve tornar-se arbitrária. O símbolo de poder cria presença clara e lembra que também a preparação precisa de dignidade.

Dai Ko Myo é especialmente adequado nesta prática, porque é o símbolo de mestre e toca o nível da transmissão. Fornece energia máxima, mas na prática mostra-se sobretudo a sua profundidade ordenadora: não pressa, mas seriedade.

Sei He Ki pode ser importante quando insegurança, pressão de perfeição, reverência ou medo perturbam a prática. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a forma mais acessível.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: praticas uma iniciação numa sala vazia e percebes que em certos pontos aceleras interiormente. Esta é uma observação valiosa. Talvez mostre que evitas inconscientemente tensão ou tens medo de esquecer algo. É exatamente para isso que serve a prática.

Outro exemplo: trabalhas com visualização e percebes que a tua atenção salta constantemente entre a sequência exterior e a imagem de quem recebe. Então a próxima unidade de prática pode servir conscientemente apenas ao recolhimento. Nem tudo tem de ser treinado ao mesmo tempo em cada passagem.

Ou percebes ao praticar que recordas a forma, mas interiormente ainda queres demasiado "desempenhar". Então talvez essa seja a compreensão mais importante. A iniciação não precisa primeiro de dramatismo, mas de um lugar interior silencioso e sustentador.

**O que deve ser evitado**

É inadequada uma prática que cai em falta de respeito. Se a forma é ensaiada apenas de passagem ou com pressa, perde o seu sentido. Igualmente desagradável é uma seriedade exagerada, em que a própria preparação se torna tão pesada que já não é possível qualquer movimento de aprendizagem. Dignidade e prática podem andar juntas.

Também aqui continua importante: prática não substitui acompanhamento de professor. Especialmente em formas tão sensíveis, feedback é precioso. Mesmo que pratiques muito sozinho, em algum momento é preciso o olhar de fora que vê aquilo que tu próprio não vês.

**Como se reconhece uma boa prática**

Quando esta prática amadurece, tornas-te mais calmo na forma. Os movimentos tornam-se mais claros. A respiração fica contigo. Tens de segurar menos coisas ao mesmo tempo. E percebes que não só a sequência se ordena, mas também a tua atitude interior perante a transmissão.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Boa preparação reconhece-se pelo facto de, no momento real, já não seres tu a lutar com a forma, mas a forma poder sustentar-te.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Praticar a iniciação

Praticar a iniciação exige uma forma especial de disciplina. Precisamente porque se trata de algo digno, não se deve descobrir só no momento real onde insegurança, falta de clareza ou nervosismo ainda são grandes. Praticar com almofada, cadeira, substituto ou em visualização tem, por isso, um sentido claro: não banalizar uma forma sagrada, mas preparar o próprio recolhimento, a segurança dos movimentos e a atitude interior.

Esta prática precisa, no entanto, da disposição correta. Quem a entende apenas como ensaio a seco de uma técnica secreta falha algo essencial. Não se trata apenas de repetir passos de alguma forma correta. Trata-se de forma e espírito se encontrarem. Praticar iniciação significa: aprender como sustentas um espaço, como conduzes o teu corpo calmamente, como não perdes a respiração e como permaneces em dignidade, mesmo quando ninguém está sentado à tua frente.

**Porque a prática aqui faz sentido**

Muitos momentos pouco limpos no ensino não nascem de má vontade, mas de falta de familiaridade. Quem conhece uma forma apenas teoricamente fica rapidamente tenso na execução real. Exatamente então a atenção sai da pessoa e vai para a própria insegurança. Através da prática, o enquadramento exterior pode tornar-se tão familiar que te tornas interiormente mais livre.

A visualização não é de modo nenhum de segunda categoria. Quando acontece de forma séria e recolhida, treina perceção, sequência, atitude e clareza interior. Não substitui a realidade da verdadeira transmissão, mas prepara-a. Especialmente no grau de mestre, é sensato não confiar apenas na força espontânea, mas também cuidar da forma.

Também praticar com uma almofada ou substituto pode ser útil. Retira ao corpo o estranho de se mover no espaço, parar, começar e fechar. Assim se torna claro onde os movimentos são apressados, onde algo emperra, onde a respiração se perde ou onde o recolhimento se rompe.

**Que símbolos acompanham aqui de forma sensata**

Cho Ku Rei ajuda a reunir o espaço de prática. Mesmo que não aconteça uma iniciação real, a prática não deve tornar-se arbitrária. O símbolo de poder cria presença clara e lembra que também a preparação precisa de dignidade.

Dai Ko Myo é especialmente adequado nesta prática, porque é o símbolo de mestre e toca o nível da transmissão. Fornece energia máxima, mas na prática mostra-se sobretudo a sua profundidade ordenadora: não pressa, mas seriedade.

Sei He Ki pode ser importante quando insegurança, pressão de perfeição, reverência ou medo perturbam a prática. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim a forma mais acessível.

**Exemplos práticos**

Um exemplo: praticas uma iniciação numa sala vazia e percebes que em certos pontos aceleras interiormente. Esta é uma observação valiosa. Talvez mostre que evitas inconscientemente tensão ou tens medo de esquecer algo. É exatamente para isso que serve a prática.

Outro exemplo: trabalhas com visualização e percebes que a tua atenção salta constantemente entre a sequência exterior e a imagem de quem recebe. Então a próxima unidade de prática pode servir conscientemente apenas ao recolhimento. Nem tudo tem de ser treinado ao mesmo tempo em cada passagem.

Ou percebes ao praticar que recordas a forma, mas interiormente ainda queres demasiado "desempenhar". Então talvez essa seja a compreensão mais importante. A iniciação não precisa primeiro de dramatismo, mas de um lugar interior silencioso e sustentador.

**O que deve ser evitado**

É inadequada uma prática que cai em falta de respeito. Se a forma é ensaiada apenas de passagem ou com pressa, perde o seu sentido. Igualmente desagradável é uma seriedade exagerada, em que a própria preparação se torna tão pesada que já não é possível qualquer movimento de aprendizagem. Dignidade e prática podem andar juntas.

Também aqui continua importante: prática não substitui acompanhamento de professor. Especialmente em formas tão sensíveis, feedback é precioso. Mesmo que pratiques muito sozinho, em algum momento é preciso o olhar de fora que vê aquilo que tu próprio não vês.

**Como se reconhece uma boa prática**

Quando esta prática amadurece, tornas-te mais calmo na forma. Os movimentos tornam-se mais claros. A respiração fica contigo. Tens de segurar menos coisas ao mesmo tempo. E percebes que não só a sequência se ordena, mas também a tua atitude interior perante a transmissão.

Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: Boa preparação reconhece-se pelo facto de, no momento real, já não seres tu a lutar com a forma, mas a forma poder sustentar-te.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.