Aguçar os sentidos internos
Afiar os sentidos interiores soa tentador para muitos. Quem pratica Reiki experiencia por vezes mais perceção subtil: imagens, atmosferas, impressões espaciais, um conhecimento súbito, outra forma de sentir densidade ou abertura. O tema da clarividência, porém, precisa de uma abordagem muito sóbria. Caso contrário, o refinamento transforma-se rapidamente em fantasia, ou a insegurança num desejo de ser especial.
Clarividência em sentido maduro não é primeiro uma capacidade de espetáculo. É uma perceção interior mais fiável, que pode estar ao serviço do tratamento. Não precisa de parecer espetacular. Muitas vezes é surpreendentemente simples: sentes mais cedo onde um campo está inquieto. Reparas qual área precisa de atenção. Percecionas um estado antes de existirem palavras para ele.
**Como a perceção é realmente afinada**
O requisito mais importante não é fome de sensações, mas limpeza das próprias projeções. Enquanto pensamento desejoso, medo, vaidade ou impulso de ajudar se misturarem fortemente, a perceção permanece facilmente turva. Muitas pessoas querem tornar-se clarividentes antes de terem aprendido como o próprio mundo interior é muitas vezes pouco claro. A prática de mestre começa precisamente com esta honestidade.
A perceção também melhora através da incorporação. Quanto mais calmos se tornam respiração, corpo e mente, menos ruído de fundo cobre as impressões subtis. Por isso, a clarividência surge muitas vezes mais do recolhimento do que do esforço. Quem quer ver à força vê frequentemente sobretudo a si mesmo.
Outra chave é o feedback. Ao longo do tempo, a boa perceção é verificada pelo facto de se mostrar útil e coerente na prática. Nem toda intuição é utilizável. A maturidade cresce através de observação e correção.
**Que símbolos apoiam este desenvolvimento**
Sei He Ki é especialmente útil, porque dissolve estados psíquicos. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim muitas vezes a perceção interior mais clara. Quanto menos carga interior, menos distorção.
Cho Ku Rei reúne os sentidos. Chama a energia aqui e agora e impede que a perceção acabe num flutuar difuso. Clarividência sem enraizamento raramente é fiável.
Dai Ko Myo pode aprofundar a perceção no grau de mestre, mas só de forma sensata se a humildade crescer com ela. Mais luz não é convite para mais afirmações.
**Exemplos práticos**
Um exemplo: num tratamento, sentes repetidamente densidade num lugar, embora a própria pessoa nada refira aí. Em vez de expressares logo grandes interpretações, continuas a tratar calmamente e observas se a perceção se confirma, muda ou se dissolve. É exatamente assim que a perceção amadurece.
Outro exemplo: recebes muitas imagens interiores durante o tratamento, mas depois pouco disso corresponde à realidade da pessoa. Então isso não é fracasso, mas uma correção importante. A boa clarividência não cresce através de orgulho, mas através da capacidade de aprender.
Ou reparas no quotidiano que sentes de forma mais fina que espaços te fazem bem e quais não. Isso também pertence aos sentidos interiores afinados. Nem tudo tem de ser logo traduzido num grande significado mediúnico.
**O que deve ser evitado**
A clarividência torna-se desagradável quando se transforma em identidade. Quem tem de "ver" algo para se sentir seguro ou especial cai facilmente em distorção. Igualmente desagradável é desvalorizar a perceção simples em favor de imagens espetaculares.
Também aqui se aplica: bons sentidos interiores não substituem a pergunta humana, a humildade nem a responsabilidade ao falar. A perceção é ajuda, não domínio.
**Como se reconhece uma perceção madura**
Quando este tema cresce bem em ti, não te tornas mais ruidoso, mas mais preciso. Precisas de menos afirmação. Verificas mais. Permaneces no corpo, mesmo quando a perceção se torna mais fina. E as coisas que realmente dizes tornam-se muitas vezes mais simples e mais úteis.
Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: a verdadeira clarividência não se reconhece pelo quanto alguém afirma ver. Reconhece-la pelo quão pouca vaidade ainda existe no seu olhar.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Afiar os sentidos interiores soa tentador para muitos. Quem pratica Reiki experiencia por vezes mais perceção subtil: imagens, atmosferas, impressões espaciais, um conhecimento súbito, outra forma de sentir densidade ou abertura. O tema da clarividência, porém, precisa de uma abordagem muito sóbria. Caso contrário, o refinamento transforma-se rapidamente em fantasia, ou a insegurança num desejo de ser especial.
Clarividência em sentido maduro não é primeiro uma capacidade de espetáculo. É uma perceção interior mais fiável, que pode estar ao serviço do tratamento. Não precisa de parecer espetacular. Muitas vezes é surpreendentemente simples: sentes mais cedo onde um campo está inquieto. Reparas qual área precisa de atenção. Percecionas um estado antes de existirem palavras para ele.
**Como a perceção é realmente afinada**
O requisito mais importante não é fome de sensações, mas limpeza das próprias projeções. Enquanto pensamento desejoso, medo, vaidade ou impulso de ajudar se misturarem fortemente, a perceção permanece facilmente turva. Muitas pessoas querem tornar-se clarividentes antes de terem aprendido como o próprio mundo interior é muitas vezes pouco claro. A prática de mestre começa precisamente com esta honestidade.
A perceção também melhora através da incorporação. Quanto mais calmos se tornam respiração, corpo e mente, menos ruído de fundo cobre as impressões subtis. Por isso, a clarividência surge muitas vezes mais do recolhimento do que do esforço. Quem quer ver à força vê frequentemente sobretudo a si mesmo.
Outra chave é o feedback. Ao longo do tempo, a boa perceção é verificada pelo facto de se mostrar útil e coerente na prática. Nem toda intuição é utilizável. A maturidade cresce através de observação e correção.
**Que símbolos apoiam este desenvolvimento**
Sei He Ki é especialmente útil, porque dissolve estados psíquicos. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim muitas vezes a perceção interior mais clara. Quanto menos carga interior, menos distorção.
Cho Ku Rei reúne os sentidos. Chama a energia aqui e agora e impede que a perceção acabe num flutuar difuso. Clarividência sem enraizamento raramente é fiável.
Dai Ko Myo pode aprofundar a perceção no grau de mestre, mas só de forma sensata se a humildade crescer com ela. Mais luz não é convite para mais afirmações.
**Exemplos práticos**
Um exemplo: num tratamento, sentes repetidamente densidade num lugar, embora a própria pessoa nada refira aí. Em vez de expressares logo grandes interpretações, continuas a tratar calmamente e observas se a perceção se confirma, muda ou se dissolve. É exatamente assim que a perceção amadurece.
Outro exemplo: recebes muitas imagens interiores durante o tratamento, mas depois pouco disso corresponde à realidade da pessoa. Então isso não é fracasso, mas uma correção importante. A boa clarividência não cresce através de orgulho, mas através da capacidade de aprender.
Ou reparas no quotidiano que sentes de forma mais fina que espaços te fazem bem e quais não. Isso também pertence aos sentidos interiores afinados. Nem tudo tem de ser logo traduzido num grande significado mediúnico.
**O que deve ser evitado**
A clarividência torna-se desagradável quando se transforma em identidade. Quem tem de "ver" algo para se sentir seguro ou especial cai facilmente em distorção. Igualmente desagradável é desvalorizar a perceção simples em favor de imagens espetaculares.
Também aqui se aplica: bons sentidos interiores não substituem a pergunta humana, a humildade nem a responsabilidade ao falar. A perceção é ajuda, não domínio.
**Como se reconhece uma perceção madura**
Quando este tema cresce bem em ti, não te tornas mais ruidoso, mas mais preciso. Precisas de menos afirmação. Verificas mais. Permaneces no corpo, mesmo quando a perceção se torna mais fina. E as coisas que realmente dizes tornam-se muitas vezes mais simples e mais úteis.
Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: a verdadeira clarividência não se reconhece pelo quanto alguém afirma ver. Reconhece-la pelo quão pouca vaidade ainda existe no seu olhar.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Afiar os sentidos interiores soa tentador para muitos. Quem pratica Reiki experiencia por vezes mais perceção subtil: imagens, atmosferas, impressões espaciais, um conhecimento súbito, outra forma de sentir densidade ou abertura. O tema da clarividência, porém, precisa de uma abordagem muito sóbria. Caso contrário, o refinamento transforma-se rapidamente em fantasia, ou a insegurança num desejo de ser especial.
Clarividência em sentido maduro não é primeiro uma capacidade de espetáculo. É uma perceção interior mais fiável, que pode estar ao serviço do tratamento. Não precisa de parecer espetacular. Muitas vezes é surpreendentemente simples: sentes mais cedo onde um campo está inquieto. Reparas qual área precisa de atenção. Percecionas um estado antes de existirem palavras para ele.
**Como a perceção é realmente afinada**
O requisito mais importante não é fome de sensações, mas limpeza das próprias projeções. Enquanto pensamento desejoso, medo, vaidade ou impulso de ajudar se misturarem fortemente, a perceção permanece facilmente turva. Muitas pessoas querem tornar-se clarividentes antes de terem aprendido como o próprio mundo interior é muitas vezes pouco claro. A prática de mestre começa precisamente com esta honestidade.
A perceção também melhora através da incorporação. Quanto mais calmos se tornam respiração, corpo e mente, menos ruído de fundo cobre as impressões subtis. Por isso, a clarividência surge muitas vezes mais do recolhimento do que do esforço. Quem quer ver à força vê frequentemente sobretudo a si mesmo.
Outra chave é o feedback. Ao longo do tempo, a boa perceção é verificada pelo facto de se mostrar útil e coerente na prática. Nem toda intuição é utilizável. A maturidade cresce através de observação e correção.
**Que símbolos apoiam este desenvolvimento**
Sei He Ki é especialmente útil, porque dissolve estados psíquicos. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e torna assim muitas vezes a perceção interior mais clara. Quanto menos carga interior, menos distorção.
Cho Ku Rei reúne os sentidos. Chama a energia aqui e agora e impede que a perceção acabe num flutuar difuso. Clarividência sem enraizamento raramente é fiável.
Dai Ko Myo pode aprofundar a perceção no grau de mestre, mas só de forma sensata se a humildade crescer com ela. Mais luz não é convite para mais afirmações.
**Exemplos práticos**
Um exemplo: num tratamento, sentes repetidamente densidade num lugar, embora a própria pessoa nada refira aí. Em vez de expressares logo grandes interpretações, continuas a tratar calmamente e observas se a perceção se confirma, muda ou se dissolve. É exatamente assim que a perceção amadurece.
Outro exemplo: recebes muitas imagens interiores durante o tratamento, mas depois pouco disso corresponde à realidade da pessoa. Então isso não é fracasso, mas uma correção importante. A boa clarividência não cresce através de orgulho, mas através da capacidade de aprender.
Ou reparas no quotidiano que sentes de forma mais fina que espaços te fazem bem e quais não. Isso também pertence aos sentidos interiores afinados. Nem tudo tem de ser logo traduzido num grande significado mediúnico.
**O que deve ser evitado**
A clarividência torna-se desagradável quando se transforma em identidade. Quem tem de "ver" algo para se sentir seguro ou especial cai facilmente em distorção. Igualmente desagradável é desvalorizar a perceção simples em favor de imagens espetaculares.
Também aqui se aplica: bons sentidos interiores não substituem a pergunta humana, a humildade nem a responsabilidade ao falar. A perceção é ajuda, não domínio.
**Como se reconhece uma perceção madura**
Quando este tema cresce bem em ti, não te tornas mais ruidoso, mas mais preciso. Precisas de menos afirmação. Verificas mais. Permaneces no corpo, mesmo quando a perceção se torna mais fina. E as coisas que realmente dizes tornam-se muitas vezes mais simples e mais úteis.
Um velho mestre de Reiki talvez dissesse: a verdadeira clarividência não se reconhece pelo quanto alguém afirma ver. Reconhece-la pelo quão pouca vaidade ainda existe no seu olhar.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.