Fase 8 · Reiki III – Prática de mestria
Dia 377 do teu caminho Reiki

Reiki e natureza
conexão profunda

Tornar-se um com o Todo

✦   Reiki e natureza, ligação profunda

Muitas pessoas vão para a natureza para recuperar. Isso é bom, mas ainda não é o mesmo que ligação profunda. A recuperação pode surgir apenas porque diminuem o ruído, os compromissos e a densidade de estímulos. A ligação profunda começa onde não estás apenas num ambiente bonito, mas voltas a perceber que tu próprio fazes parte dessa ordem maior. No Reiki, isto não é uma ideia romântica, mas uma mudança de perceção que pode ser experienciada.

A natureza é muitas vezes consumida, mesmo em círculos espirituais. Procuram-se lugares de poder, árvores especiais, locais fortes ou paisagens impressionantes. Não há nada a opor a isso. Mas um antigo mestre de Reiki perguntaria: ficas realmente mais silencioso nesses lugares, ou apenas colecionas impressões bonitas? A ligação profunda não se mostra primeiro em sentimentos fortes, mas na simplicidade com que voltas a entrar em relação.

**A natureza não é cenário, mas interlocutora**

Assim que o Reiki é praticado na natureza, a atitude muda muitas vezes. O ser humano deixa de estar no centro da mesma forma a que está habituado no quotidiano. Vento, chão, luz, cheiro, temperatura, canto dos pássaros e o ritmo de crescer e desaparecer tiram-no da sua autorreferência habitual. Isto pode ser humilde e curativo ao mesmo tempo.

Um exemplo: sentas-te na orla de uma floresta, colocas as mãos no baixo-ventre e primeiro sentes apenas inquietação. Passados alguns minutos, percebes que essa inquietação não vem da natureza, mas do teu próprio sistema. As árvores não empurram nada, não explicam nada e não apressam nada. Precisamente assim mostram-te a tua aceleração interior.

Outro exemplo: alguém procura sempre novos métodos em fases difíceis da vida, mas quase nenhum chão. Num tempo silencioso de Reiki junto a um rio, torna-se subitamente perceptível como o corpo inteiro estava tenso para o controlo. A água corrente não dissolve isso magicamente. Mas torna visível o que já não precisa de ser segurado.

**O que o trabalho com a natureza aprofunda no Reiki**

A natureza corrige a exaltação. Recorda que o crescimento precisa de tempo, que nem tudo acontece ao mesmo tempo e que a vitalidade não é estéril. Quem se liga realmente à terra, ao tempo e às estações torna-se muitas vezes mais simples. Isso faz bem à prática de Reiki.

Ligação profunda significa por isso também: deixas de usar a natureza apenas como amplificador dos teus temas. Claro que podes ir para a floresta com uma questão ou encostar-te a uma árvore. Mas a certa altura o movimento inverte-se. Já não perguntas apenas o que a natureza pode fazer por ti, mas aprendes a ficar suficientemente silencioso para sequer receber.

**Que símbolos fazem sentido aqui**

Cho Ku Rei é muitas vezes um bom começo quando praticas ao ar livre. Chama a energia aqui e agora, reúne e canaliza. Sobretudo no exterior, onde muitos estímulos atuam, ajuda a não perder a atenção e a manter claro o próprio espaço.

Sei He Ki é especialmente útil quando a natureza atua de forma benéfica, mas a inquietação emocional ou o peso interior continuam fortes. Algumas pessoas estão num ambiente bonito e, ainda assim, interiormente fechadas. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e pode tornar o acesso mais suave.

Dai Ko Myo tem neste tema uma tonalidade especial. Fornece energia máxima, mas na natureza essa energia muitas vezes não é vivida como mais, e sim como maior dignidade e amplitude. Então a paisagem não atua apenas de forma calmante, mas como uma sala de ensino silenciosa.

Hon Sha Ze Sho Nen pode fazer sentido quando lugares carregam memórias fortes ou quando queres cuidar de uma ligação mais profunda a um espaço natural que não podes pisar agora. Liga através do espaço e do tempo sem que isso tenha de se tornar superstição.

**Formas práticas de ligação à natureza**

Podes começar de forma muito simples. Fica descalço ou com uma postura tranquila sobre terra ou relva, coloca as mãos no baixo-ventre e espera até a respiração se tornar mais profunda. Não atribuas logo grandes significados. Pergunta antes: o meu corpo fica mais honesto? Fico mais lento? Sinto melhor onde estou a segurar?

Outra possibilidade é o tratamento junto a uma árvore. Não como fusão esotérica, mas como presença silenciosa. Encosta-te a um tronco, sente a coluna vertebral, deixa a respiração descer e observa como a tua perceção do tempo muda. Uma árvore ensina muitas vezes firmeza sem dureza.

A água também é uma grande professora. A água corrente mostra-te como pouco a vida se deixa ordenar através da tensão. Podes sentar-te com Reiki junto a um ribeiro e apenas perceber se o teu interior se lembra do fluxo.

**O que deve ser evitado**

Deve evitar-se qualquer sobrecarga sentimental. A natureza não tem de parecer sempre profunda, mágica ou extraordinária. Por vezes, a prática mais honesta na natureza é simplesmente caminhar, respirar e sentir. Igualmente pouco útil é a tentativa de ler mensagens em todo o lado. Nem toda a folha é um sinal. Algumas folhas são simplesmente folhas, e precisamente isso pode ser curativo.

Também a ideia de que a natureza é automaticamente boa para qualquer estado é demasiado simples. Algumas pessoas, perante medo forte ou crise, precisam primeiro de mais proteção e estrutura do que de abertura ampla. A prática madura respeita também isso.

**Como se reconhece ligação profunda**

Lá fora, não ficas apenas mais calmo, mas mais verdadeiro. Os teus tratamentos tornam-se mais simples. Precisas de menos encenação. Talvez sintas que a natureza não te eleva de forma espetacular, mas te ordena mais profundamente. E é precisamente aí que muitas vezes reside a sua maior força curativa no Reiki.

Um antigo mestre de Reiki talvez dissesse: quando voltas a ser um na natureza, não é porque desapareces, mas porque deixas de te manter constantemente separado de tudo.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Reiki e natureza, ligação profunda

Muitas pessoas vão para a natureza para recuperar. Isso é bom, mas ainda não é o mesmo que ligação profunda. A recuperação pode surgir apenas porque diminuem o ruído, os compromissos e a densidade de estímulos. A ligação profunda começa onde não estás apenas num ambiente bonito, mas voltas a perceber que tu próprio fazes parte dessa ordem maior. No Reiki, isto não é uma ideia romântica, mas uma mudança de perceção que pode ser experienciada.

A natureza é muitas vezes consumida, mesmo em círculos espirituais. Procuram-se lugares de poder, árvores especiais, locais fortes ou paisagens impressionantes. Não há nada a opor a isso. Mas um antigo mestre de Reiki perguntaria: ficas realmente mais silencioso nesses lugares, ou apenas colecionas impressões bonitas? A ligação profunda não se mostra primeiro em sentimentos fortes, mas na simplicidade com que voltas a entrar em relação.

**A natureza não é cenário, mas interlocutora**

Assim que o Reiki é praticado na natureza, a atitude muda muitas vezes. O ser humano deixa de estar no centro da mesma forma a que está habituado no quotidiano. Vento, chão, luz, cheiro, temperatura, canto dos pássaros e o ritmo de crescer e desaparecer tiram-no da sua autorreferência habitual. Isto pode ser humilde e curativo ao mesmo tempo.

Um exemplo: sentas-te na orla de uma floresta, colocas as mãos no baixo-ventre e primeiro sentes apenas inquietação. Passados alguns minutos, percebes que essa inquietação não vem da natureza, mas do teu próprio sistema. As árvores não empurram nada, não explicam nada e não apressam nada. Precisamente assim mostram-te a tua aceleração interior.

Outro exemplo: alguém procura sempre novos métodos em fases difíceis da vida, mas quase nenhum chão. Num tempo silencioso de Reiki junto a um rio, torna-se subitamente perceptível como o corpo inteiro estava tenso para o controlo. A água corrente não dissolve isso magicamente. Mas torna visível o que já não precisa de ser segurado.

**O que o trabalho com a natureza aprofunda no Reiki**

A natureza corrige a exaltação. Recorda que o crescimento precisa de tempo, que nem tudo acontece ao mesmo tempo e que a vitalidade não é estéril. Quem se liga realmente à terra, ao tempo e às estações torna-se muitas vezes mais simples. Isso faz bem à prática de Reiki.

Ligação profunda significa por isso também: deixas de usar a natureza apenas como amplificador dos teus temas. Claro que podes ir para a floresta com uma questão ou encostar-te a uma árvore. Mas a certa altura o movimento inverte-se. Já não perguntas apenas o que a natureza pode fazer por ti, mas aprendes a ficar suficientemente silencioso para sequer receber.

**Que símbolos fazem sentido aqui**

Cho Ku Rei é muitas vezes um bom começo quando praticas ao ar livre. Chama a energia aqui e agora, reúne e canaliza. Sobretudo no exterior, onde muitos estímulos atuam, ajuda a não perder a atenção e a manter claro o próprio espaço.

Sei He Ki é especialmente útil quando a natureza atua de forma benéfica, mas a inquietação emocional ou o peso interior continuam fortes. Algumas pessoas estão num ambiente bonito e, ainda assim, interiormente fechadas. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e pode tornar o acesso mais suave.

Dai Ko Myo tem neste tema uma tonalidade especial. Fornece energia máxima, mas na natureza essa energia muitas vezes não é vivida como mais, e sim como maior dignidade e amplitude. Então a paisagem não atua apenas de forma calmante, mas como uma sala de ensino silenciosa.

Hon Sha Ze Sho Nen pode fazer sentido quando lugares carregam memórias fortes ou quando queres cuidar de uma ligação mais profunda a um espaço natural que não podes pisar agora. Liga através do espaço e do tempo sem que isso tenha de se tornar superstição.

**Formas práticas de ligação à natureza**

Podes começar de forma muito simples. Fica descalço ou com uma postura tranquila sobre terra ou relva, coloca as mãos no baixo-ventre e espera até a respiração se tornar mais profunda. Não atribuas logo grandes significados. Pergunta antes: o meu corpo fica mais honesto? Fico mais lento? Sinto melhor onde estou a segurar?

Outra possibilidade é o tratamento junto a uma árvore. Não como fusão esotérica, mas como presença silenciosa. Encosta-te a um tronco, sente a coluna vertebral, deixa a respiração descer e observa como a tua perceção do tempo muda. Uma árvore ensina muitas vezes firmeza sem dureza.

A água também é uma grande professora. A água corrente mostra-te como pouco a vida se deixa ordenar através da tensão. Podes sentar-te com Reiki junto a um ribeiro e apenas perceber se o teu interior se lembra do fluxo.

**O que deve ser evitado**

Deve evitar-se qualquer sobrecarga sentimental. A natureza não tem de parecer sempre profunda, mágica ou extraordinária. Por vezes, a prática mais honesta na natureza é simplesmente caminhar, respirar e sentir. Igualmente pouco útil é a tentativa de ler mensagens em todo o lado. Nem toda a folha é um sinal. Algumas folhas são simplesmente folhas, e precisamente isso pode ser curativo.

Também a ideia de que a natureza é automaticamente boa para qualquer estado é demasiado simples. Algumas pessoas, perante medo forte ou crise, precisam primeiro de mais proteção e estrutura do que de abertura ampla. A prática madura respeita também isso.

**Como se reconhece ligação profunda**

Lá fora, não ficas apenas mais calmo, mas mais verdadeiro. Os teus tratamentos tornam-se mais simples. Precisas de menos encenação. Talvez sintas que a natureza não te eleva de forma espetacular, mas te ordena mais profundamente. E é precisamente aí que muitas vezes reside a sua maior força curativa no Reiki.

Um antigo mestre de Reiki talvez dissesse: quando voltas a ser um na natureza, não é porque desapareces, mas porque deixas de te manter constantemente separado de tudo.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Reiki e natureza, ligação profunda

Muitas pessoas vão para a natureza para recuperar. Isso é bom, mas ainda não é o mesmo que ligação profunda. A recuperação pode surgir apenas porque diminuem o ruído, os compromissos e a densidade de estímulos. A ligação profunda começa onde não estás apenas num ambiente bonito, mas voltas a perceber que tu próprio fazes parte dessa ordem maior. No Reiki, isto não é uma ideia romântica, mas uma mudança de perceção que pode ser experienciada.

A natureza é muitas vezes consumida, mesmo em círculos espirituais. Procuram-se lugares de poder, árvores especiais, locais fortes ou paisagens impressionantes. Não há nada a opor a isso. Mas um antigo mestre de Reiki perguntaria: ficas realmente mais silencioso nesses lugares, ou apenas colecionas impressões bonitas? A ligação profunda não se mostra primeiro em sentimentos fortes, mas na simplicidade com que voltas a entrar em relação.

**A natureza não é cenário, mas interlocutora**

Assim que o Reiki é praticado na natureza, a atitude muda muitas vezes. O ser humano deixa de estar no centro da mesma forma a que está habituado no quotidiano. Vento, chão, luz, cheiro, temperatura, canto dos pássaros e o ritmo de crescer e desaparecer tiram-no da sua autorreferência habitual. Isto pode ser humilde e curativo ao mesmo tempo.

Um exemplo: sentas-te na orla de uma floresta, colocas as mãos no baixo-ventre e primeiro sentes apenas inquietação. Passados alguns minutos, percebes que essa inquietação não vem da natureza, mas do teu próprio sistema. As árvores não empurram nada, não explicam nada e não apressam nada. Precisamente assim mostram-te a tua aceleração interior.

Outro exemplo: alguém procura sempre novos métodos em fases difíceis da vida, mas quase nenhum chão. Num tempo silencioso de Reiki junto a um rio, torna-se subitamente perceptível como o corpo inteiro estava tenso para o controlo. A água corrente não dissolve isso magicamente. Mas torna visível o que já não precisa de ser segurado.

**O que o trabalho com a natureza aprofunda no Reiki**

A natureza corrige a exaltação. Recorda que o crescimento precisa de tempo, que nem tudo acontece ao mesmo tempo e que a vitalidade não é estéril. Quem se liga realmente à terra, ao tempo e às estações torna-se muitas vezes mais simples. Isso faz bem à prática de Reiki.

Ligação profunda significa por isso também: deixas de usar a natureza apenas como amplificador dos teus temas. Claro que podes ir para a floresta com uma questão ou encostar-te a uma árvore. Mas a certa altura o movimento inverte-se. Já não perguntas apenas o que a natureza pode fazer por ti, mas aprendes a ficar suficientemente silencioso para sequer receber.

**Que símbolos fazem sentido aqui**

Cho Ku Rei é muitas vezes um bom começo quando praticas ao ar livre. Chama a energia aqui e agora, reúne e canaliza. Sobretudo no exterior, onde muitos estímulos atuam, ajuda a não perder a atenção e a manter claro o próprio espaço.

Sei He Ki é especialmente útil quando a natureza atua de forma benéfica, mas a inquietação emocional ou o peso interior continuam fortes. Algumas pessoas estão num ambiente bonito e, ainda assim, interiormente fechadas. O símbolo dissolve estados, também estados psíquicos, e pode tornar o acesso mais suave.

Dai Ko Myo tem neste tema uma tonalidade especial. Fornece energia máxima, mas na natureza essa energia muitas vezes não é vivida como mais, e sim como maior dignidade e amplitude. Então a paisagem não atua apenas de forma calmante, mas como uma sala de ensino silenciosa.

Hon Sha Ze Sho Nen pode fazer sentido quando lugares carregam memórias fortes ou quando queres cuidar de uma ligação mais profunda a um espaço natural que não podes pisar agora. Liga através do espaço e do tempo sem que isso tenha de se tornar superstição.

**Formas práticas de ligação à natureza**

Podes começar de forma muito simples. Fica descalço ou com uma postura tranquila sobre terra ou relva, coloca as mãos no baixo-ventre e espera até a respiração se tornar mais profunda. Não atribuas logo grandes significados. Pergunta antes: o meu corpo fica mais honesto? Fico mais lento? Sinto melhor onde estou a segurar?

Outra possibilidade é o tratamento junto a uma árvore. Não como fusão esotérica, mas como presença silenciosa. Encosta-te a um tronco, sente a coluna vertebral, deixa a respiração descer e observa como a tua perceção do tempo muda. Uma árvore ensina muitas vezes firmeza sem dureza.

A água também é uma grande professora. A água corrente mostra-te como pouco a vida se deixa ordenar através da tensão. Podes sentar-te com Reiki junto a um ribeiro e apenas perceber se o teu interior se lembra do fluxo.

**O que deve ser evitado**

Deve evitar-se qualquer sobrecarga sentimental. A natureza não tem de parecer sempre profunda, mágica ou extraordinária. Por vezes, a prática mais honesta na natureza é simplesmente caminhar, respirar e sentir. Igualmente pouco útil é a tentativa de ler mensagens em todo o lado. Nem toda a folha é um sinal. Algumas folhas são simplesmente folhas, e precisamente isso pode ser curativo.

Também a ideia de que a natureza é automaticamente boa para qualquer estado é demasiado simples. Algumas pessoas, perante medo forte ou crise, precisam primeiro de mais proteção e estrutura do que de abertura ampla. A prática madura respeita também isso.

**Como se reconhece ligação profunda**

Lá fora, não ficas apenas mais calmo, mas mais verdadeiro. Os teus tratamentos tornam-se mais simples. Precisas de menos encenação. Talvez sintas que a natureza não te eleva de forma espetacular, mas te ordena mais profundamente. E é precisamente aí que muitas vezes reside a sua maior força curativa no Reiki.

Um antigo mestre de Reiki talvez dissesse: quando voltas a ser um na natureza, não é porque desapareces, mas porque deixas de te manter constantemente separado de tudo.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.