Cada respiração é um ato de cura
A respiração acompanha-te sem pausa, quer lhe prestes atenção quer não. Precisamente por isso, é facilmente subestimada. Para o Reiki, porém, a respiração tem grande importância, porque se situa na fronteira entre o corpo e a consciência. Não podes simplesmente decidi-la como decides um pensamento, e ainda assim podes percebê-la e influenciá-la conscientemente. É exatamente esta posição intermédia que faz dela uma chave.
Quando uma pessoa está sob pressão, a sua respiração costuma mudar de imediato. Torna-se mais curta, mais alta, mais superficial. Os ombros sobem ligeiramente, o abdómen fica mais firme, e o corpo permanece em prontidão. O sistema nervoso lê este estado como alarme. Se, pelo contrário, a respiração se torna mais calma e mais profunda, surge muitas vezes o sinal oposto: segurança, relaxamento, mais amplitude interior. Para o Reiki, isto não é um detalhe. Uma respiração calma torna a perceção mais fina e a pessoa mais recetiva.
O que a respiração faz no corpo
Fisicamente, o diafragma é especialmente importante. Ele move-se a cada respiração e cria espaço no interior do corpo. Quando este movimento é livre, a pessoa não respira apenas de forma mais eficiente. Também se sente melhor a si mesma. Muitos conhecem diretamente a diferença: uma respiração profunda relaxa o espaço abdominal, abre mais a caixa torácica e muitas vezes tira a cabeça da sua hiperatividade.
Sob stress acontece o contrário. A respiração sobe, o corpo permanece em tensão, e os pensamentos tornam-se mais difíceis de acalmar. Daí nasce um ciclo: a inquietação interior leva a uma respiração superficial, e a respiração superficial reforça a inquietação interior. Respirar conscientemente interrompe este ciclo.
A respiração na prática de Reiki
No Reiki, a respiração não é uma técnica obrigatória que tens de dominar perfeitamente. É antes um caminho fiável para o presente. Inspirar pode significar: Chego. Expirar pode significar: Solto. Esta simplicidade é preciosa. Não precisas de forçar grandes imagens para perceber como a respiração ordena o teu sistema.
Exercícios tradicionais de Reiki como Joshin Kokyu Ho ou Kenyoku Ho mostram como respiração, recolhimento e trabalho energético estão intimamente ligados. Ao inspirar, a atenção é muitas vezes conduzida para dentro; ao expirar, aquilo que foi sentido espalha-se pelo corpo ou pelas mãos. Estas formas não são mágicas. Ajudam-te a encontrar um ritmo interior em que o Reiki pode ser vivido com mais facilidade.
A respiração como mestra honesta
Um bom mestre de Reiki raramente te perguntará primeiro o que pensas. Muitas vezes observa antes como respiras. Porque a respiração quase não mente. Ela mostra se estás a pressionar, a evitar, a conter-te ou se já estás a tornar-te mais suave. Quando te sentas em silêncio e simplesmente observas se a tua respiração flui livremente ou se bloqueia em algum ponto, aprendes mais sobre o teu estado do que com muitas teorias.
Um exemplo: antes de uma conversa com uma médica, um chefe ou uma pessoa próxima, talvez notes aperto no peito. Se então fizeres três respirações lentas e alongares conscientemente a expiração, muitas vezes não muda apenas a tua sensação corporal. A tua reação também se torna mais clara. Ouves melhor. Respondes menos por reflexo. É exatamente por isso que o trabalho com a respiração é uma verdadeira base para o Reiki.
Suave em vez de ambicioso
Muitas pessoas cometem nos exercícios respiratórios o mesmo erro que na meditação: querem fazê-lo corretamente e, por isso, ficam rígidas. Mas o Reiki não precisa de desempenho contraído. Se um ritmo de contagem te faz bem, usa-o. Se hoje o teu corpo quer respirar de forma mais suave e livre, permite isso. A qualidade não nasce da rigidez, mas da consciência.
Nesse sentido, a respiração é uma mestra silenciosa. Ela traz-te de volta repetidamente. Não para uma ideia de cura, mas para o instante vivo em que a cura pode, antes de tudo, tornar-se possível.
Aplicações práticas no quotidiano do Reiki
Podes usar conscientemente a respiração antes de cada tratamento, sem fazer disso um ritual complicado. Senta-te, sente os dois pés no chão e observa, durante três a cinco respirações, apenas como o ar vem e vai. Só então impõe as mãos. Muitos percebem já ao fim de poucos dias que, assim, o tratamento se torna mais calmo e mais recetivo.
Também em situações quotidianas tensas, a respiração é um acesso imediato. Quando chegas a casa e, interiormente, ainda estás preso a conversas, estímulos ou preocupações, coloca uma mão sobre o baixo-ventre e outra sobre o esterno. Respira de modo que a expiração se torne um pouco mais longa do que a inspiração. Mesmo esta forma simples pode aliviar visivelmente o sistema nervoso e facilitar a passagem para um estado mais calmo.
Ao que deves prestar atenção
Nem toda respiração profunda é automaticamente boa. Algumas pessoas forçam a respiração demasiado para baixo e criam assim nova tensão. É melhor uma suavidade desperta. Não te perguntes: Estou a respirar perfeitamente? Pergunta antes: A cada respiração, torno-me um pouco mais real no corpo? É exatamente aí que, no Reiki, começa a mudança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A respiração acompanha-te sem pausa, quer lhe prestes atenção quer não. Precisamente por isso, é facilmente subestimada. Para o Reiki, porém, a respiração tem grande importância, porque se situa na fronteira entre o corpo e a consciência. Não podes simplesmente decidi-la como decides um pensamento, e ainda assim podes percebê-la e influenciá-la conscientemente. É exatamente esta posição intermédia que faz dela uma chave.
Quando uma pessoa está sob pressão, a sua respiração costuma mudar de imediato. Torna-se mais curta, mais alta, mais superficial. Os ombros sobem ligeiramente, o abdómen fica mais firme, e o corpo permanece em prontidão. O sistema nervoso lê este estado como alarme. Se, pelo contrário, a respiração se torna mais calma e mais profunda, surge muitas vezes o sinal oposto: segurança, relaxamento, mais amplitude interior. Para o Reiki, isto não é um detalhe. Uma respiração calma torna a perceção mais fina e a pessoa mais recetiva.
O que a respiração faz no corpo
Fisicamente, o diafragma é especialmente importante. Ele move-se a cada respiração e cria espaço no interior do corpo. Quando este movimento é livre, a pessoa não respira apenas de forma mais eficiente. Também se sente melhor a si mesma. Muitos conhecem diretamente a diferença: uma respiração profunda relaxa o espaço abdominal, abre mais a caixa torácica e muitas vezes tira a cabeça da sua hiperatividade.
Sob stress acontece o contrário. A respiração sobe, o corpo permanece em tensão, e os pensamentos tornam-se mais difíceis de acalmar. Daí nasce um ciclo: a inquietação interior leva a uma respiração superficial, e a respiração superficial reforça a inquietação interior. Respirar conscientemente interrompe este ciclo.
A respiração na prática de Reiki
No Reiki, a respiração não é uma técnica obrigatória que tens de dominar perfeitamente. É antes um caminho fiável para o presente. Inspirar pode significar: Chego. Expirar pode significar: Solto. Esta simplicidade é preciosa. Não precisas de forçar grandes imagens para perceber como a respiração ordena o teu sistema.
Exercícios tradicionais de Reiki como Joshin Kokyu Ho ou Kenyoku Ho mostram como respiração, recolhimento e trabalho energético estão intimamente ligados. Ao inspirar, a atenção é muitas vezes conduzida para dentro; ao expirar, aquilo que foi sentido espalha-se pelo corpo ou pelas mãos. Estas formas não são mágicas. Ajudam-te a encontrar um ritmo interior em que o Reiki pode ser vivido com mais facilidade.
A respiração como mestra honesta
Um bom mestre de Reiki raramente te perguntará primeiro o que pensas. Muitas vezes observa antes como respiras. Porque a respiração quase não mente. Ela mostra se estás a pressionar, a evitar, a conter-te ou se já estás a tornar-te mais suave. Quando te sentas em silêncio e simplesmente observas se a tua respiração flui livremente ou se bloqueia em algum ponto, aprendes mais sobre o teu estado do que com muitas teorias.
Um exemplo: antes de uma conversa com uma médica, um chefe ou uma pessoa próxima, talvez notes aperto no peito. Se então fizeres três respirações lentas e alongares conscientemente a expiração, muitas vezes não muda apenas a tua sensação corporal. A tua reação também se torna mais clara. Ouves melhor. Respondes menos por reflexo. É exatamente por isso que o trabalho com a respiração é uma verdadeira base para o Reiki.
Suave em vez de ambicioso
Muitas pessoas cometem nos exercícios respiratórios o mesmo erro que na meditação: querem fazê-lo corretamente e, por isso, ficam rígidas. Mas o Reiki não precisa de desempenho contraído. Se um ritmo de contagem te faz bem, usa-o. Se hoje o teu corpo quer respirar de forma mais suave e livre, permite isso. A qualidade não nasce da rigidez, mas da consciência.
Nesse sentido, a respiração é uma mestra silenciosa. Ela traz-te de volta repetidamente. Não para uma ideia de cura, mas para o instante vivo em que a cura pode, antes de tudo, tornar-se possível.
Aplicações práticas no quotidiano do Reiki
Podes usar conscientemente a respiração antes de cada tratamento, sem fazer disso um ritual complicado. Senta-te, sente os dois pés no chão e observa, durante três a cinco respirações, apenas como o ar vem e vai. Só então impõe as mãos. Muitos percebem já ao fim de poucos dias que, assim, o tratamento se torna mais calmo e mais recetivo.
Também em situações quotidianas tensas, a respiração é um acesso imediato. Quando chegas a casa e, interiormente, ainda estás preso a conversas, estímulos ou preocupações, coloca uma mão sobre o baixo-ventre e outra sobre o esterno. Respira de modo que a expiração se torne um pouco mais longa do que a inspiração. Mesmo esta forma simples pode aliviar visivelmente o sistema nervoso e facilitar a passagem para um estado mais calmo.
Ao que deves prestar atenção
Nem toda respiração profunda é automaticamente boa. Algumas pessoas forçam a respiração demasiado para baixo e criam assim nova tensão. É melhor uma suavidade desperta. Não te perguntes: Estou a respirar perfeitamente? Pergunta antes: A cada respiração, torno-me um pouco mais real no corpo? É exatamente aí que, no Reiki, começa a mudança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A respiração acompanha-te sem pausa, quer lhe prestes atenção quer não. Precisamente por isso, é facilmente subestimada. Para o Reiki, porém, a respiração tem grande importância, porque se situa na fronteira entre o corpo e a consciência. Não podes simplesmente decidi-la como decides um pensamento, e ainda assim podes percebê-la e influenciá-la conscientemente. É exatamente esta posição intermédia que faz dela uma chave.
Quando uma pessoa está sob pressão, a sua respiração costuma mudar de imediato. Torna-se mais curta, mais alta, mais superficial. Os ombros sobem ligeiramente, o abdómen fica mais firme, e o corpo permanece em prontidão. O sistema nervoso lê este estado como alarme. Se, pelo contrário, a respiração se torna mais calma e mais profunda, surge muitas vezes o sinal oposto: segurança, relaxamento, mais amplitude interior. Para o Reiki, isto não é um detalhe. Uma respiração calma torna a perceção mais fina e a pessoa mais recetiva.
O que a respiração faz no corpo
Fisicamente, o diafragma é especialmente importante. Ele move-se a cada respiração e cria espaço no interior do corpo. Quando este movimento é livre, a pessoa não respira apenas de forma mais eficiente. Também se sente melhor a si mesma. Muitos conhecem diretamente a diferença: uma respiração profunda relaxa o espaço abdominal, abre mais a caixa torácica e muitas vezes tira a cabeça da sua hiperatividade.
Sob stress acontece o contrário. A respiração sobe, o corpo permanece em tensão, e os pensamentos tornam-se mais difíceis de acalmar. Daí nasce um ciclo: a inquietação interior leva a uma respiração superficial, e a respiração superficial reforça a inquietação interior. Respirar conscientemente interrompe este ciclo.
A respiração na prática de Reiki
No Reiki, a respiração não é uma técnica obrigatória que tens de dominar perfeitamente. É antes um caminho fiável para o presente. Inspirar pode significar: Chego. Expirar pode significar: Solto. Esta simplicidade é preciosa. Não precisas de forçar grandes imagens para perceber como a respiração ordena o teu sistema.
Exercícios tradicionais de Reiki como Joshin Kokyu Ho ou Kenyoku Ho mostram como respiração, recolhimento e trabalho energético estão intimamente ligados. Ao inspirar, a atenção é muitas vezes conduzida para dentro; ao expirar, aquilo que foi sentido espalha-se pelo corpo ou pelas mãos. Estas formas não são mágicas. Ajudam-te a encontrar um ritmo interior em que o Reiki pode ser vivido com mais facilidade.
A respiração como mestra honesta
Um bom mestre de Reiki raramente te perguntará primeiro o que pensas. Muitas vezes observa antes como respiras. Porque a respiração quase não mente. Ela mostra se estás a pressionar, a evitar, a conter-te ou se já estás a tornar-te mais suave. Quando te sentas em silêncio e simplesmente observas se a tua respiração flui livremente ou se bloqueia em algum ponto, aprendes mais sobre o teu estado do que com muitas teorias.
Um exemplo: antes de uma conversa com uma médica, um chefe ou uma pessoa próxima, talvez notes aperto no peito. Se então fizeres três respirações lentas e alongares conscientemente a expiração, muitas vezes não muda apenas a tua sensação corporal. A tua reação também se torna mais clara. Ouves melhor. Respondes menos por reflexo. É exatamente por isso que o trabalho com a respiração é uma verdadeira base para o Reiki.
Suave em vez de ambicioso
Muitas pessoas cometem nos exercícios respiratórios o mesmo erro que na meditação: querem fazê-lo corretamente e, por isso, ficam rígidas. Mas o Reiki não precisa de desempenho contraído. Se um ritmo de contagem te faz bem, usa-o. Se hoje o teu corpo quer respirar de forma mais suave e livre, permite isso. A qualidade não nasce da rigidez, mas da consciência.
Nesse sentido, a respiração é uma mestra silenciosa. Ela traz-te de volta repetidamente. Não para uma ideia de cura, mas para o instante vivo em que a cura pode, antes de tudo, tornar-se possível.
Aplicações práticas no quotidiano do Reiki
Podes usar conscientemente a respiração antes de cada tratamento, sem fazer disso um ritual complicado. Senta-te, sente os dois pés no chão e observa, durante três a cinco respirações, apenas como o ar vem e vai. Só então impõe as mãos. Muitos percebem já ao fim de poucos dias que, assim, o tratamento se torna mais calmo e mais recetivo.
Também em situações quotidianas tensas, a respiração é um acesso imediato. Quando chegas a casa e, interiormente, ainda estás preso a conversas, estímulos ou preocupações, coloca uma mão sobre o baixo-ventre e outra sobre o esterno. Respira de modo que a expiração se torne um pouco mais longa do que a inspiração. Mesmo esta forma simples pode aliviar visivelmente o sistema nervoso e facilitar a passagem para um estado mais calmo.
Ao que deves prestar atenção
Nem toda respiração profunda é automaticamente boa. Algumas pessoas forçam a respiração demasiado para baixo e criam assim nova tensão. É melhor uma suavidade desperta. Não te perguntes: Estou a respirar perfeitamente? Pergunta antes: A cada respiração, torno-me um pouco mais real no corpo? É exatamente aí que, no Reiki, começa a mudança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.