Fase 1 · O que é Reiki?
Dia 8 do teu caminho Reiki

Meditação & Silêncio
Descobrindo o espaço interior

No silêncio, você ouve o que a alma diz

✦   Meditação e silêncio – descobrir o espaço interior

Muitas pessoas chegam ao Reiki porque querem sentir energia. Poucas compreendem no início que, para isso, o silêncio é muitas vezes mais importante do que a intensidade. No Reiki, a meditação não é um acrescento decorativo, mas uma base. Mikao Usui meditava diariamente, e a prática dos seus alunos não começava por acaso com recolhimento e Gassho. Quem não consegue ficar em silêncio tem dificuldade em perceber os movimentos mais finos da energia.

Silêncio não significa aqui vazio num sentido espetacular. Significa, antes de tudo, que deixas de reagir imediatamente a cada estímulo interior e exterior. Numa boa meditação, não precisa de acontecer algo emocionante. Pelo contrário, aquilo que já está presente torna-se mais claramente visível: inquietação, cansaço, anseio, defesa, paz, respiração, corpo, calor. O Reiki precisa exatamente desta clareza.

Os mal-entendidos mais frequentes

Muitas pessoas acreditam que a meditação só é bem-sucedida quando já não surgem pensamentos. Esse é um critério desnecessariamente duro. Os pensamentos aparecem por si mesmos. A meditação não consiste em desligá-los à força, mas em notá-los sem seguir cada pensamento.

Um segundo mal-entendido diz respeito à duração. Algumas pessoas acham que só sessões longas são meditação "verdadeira". No entanto, mesmo poucos minutos de prática diária podem mudar muito, se forem sinceros e regulares. O decisivo não é ficares heroicamente sentado em silêncio, mas aprenderes a estar realmente presente.

Porque a meditação aprofunda o Reiki

O Reiki exige uma qualidade especial de atenção. Não deves deslizar para fantasias nem controlar tudo com o intelecto. A meditação treina precisamente esse meio-termo. Quando te sentas em silêncio e percebes o toque das pontas dos dedos em Gassho, acontece algo muito simples: a mente recebe um ponto de referência tranquilo. A perceção torna-se mais precisa. O sistema nervoso acalma. As mãos tornam-se muitas vezes mais despertas.

A partir deste silêncio, crescem também duas capacidades centrais na prática de Reiki: intuição e confiança. A intuição não é apenas uma sensação espontânea. Torna-se mais fina quando o ruído interior constante fica mais silencioso. A confiança surge quando percebes que não tens de fazer tudo. O Reiki não acontece através da intervenção constante da cabeça.

A prática de Usui

Na tradição do Reiki, faz-se muitas vezes referência a Gassho Meiso, Reiji Ho e Chiryo. Gassho Meiso reúne. Reiji Ho orienta a perceção. Chiryo conduz ao tratamento propriamente dito. Só através do silêncio se entende que esta sequência faz sentido: primeiro reunir, depois escutar, depois agir. Quem salta este processo interior rapidamente passa a trabalhar apenas de forma técnica.

Um exemplo do quotidiano

De manhã, sentas-te sete minutos em silêncio. No início há apenas inquietação. Surge a lista de compras, uma conversa antiga, uma sensação de pressão no peito. Se não te levantas imediatamente e também não escorregas para dentro do pensamento, muitas vezes algo muda. A respiração fica mais calma. Os ombros descem. Talvez percebas de repente que nem tudo é importante ao mesmo tempo. Isto não é, de modo nenhum, um detalhe. É treino.

O silêncio não é fuga do mundo

Um antigo mestre de Reiki provavelmente te avisaria para não romantizares a meditação. Um bom silêncio não torna passivo. Torna mais preciso. Quem consegue ficar verdadeiramente em silêncio reage muitas vezes com mais clareza no quotidiano, não com mais lentidão. Ouve melhor, fala de forma mais simples e confunde com menos frequência urgência interior com verdade.

Por isso, a meditação pertence ao início deste caminho. Não porque soe bonito, mas porque cria o espaço em que o Reiki pode, antes de tudo, ser percebido com clareza. Sem silêncio, o trabalho energético depressa se torna ruidoso. Com silêncio, torna-se preciso. Como meditação e Reiki se complementam

A meditação traz recolhimento; o Reiki acrescenta ainda uma forma muito concreta de presença corporal. Algumas pessoas sentam-se em silêncio, mas notam apenas pressão mental. Quando, antes ou depois da meditação, colocam brevemente as mãos na testa, no coração ou no baixo-ventre, o espaço interior torna-se muitas vezes imediatamente mais acessível. O Reiki não torna o silêncio maior, mas muitas vezes torna-o mais habitável.

Um exemplo: sentas-te de manhã e, interiormente, estás logo a planear. Em vez de lutar contra os pensamentos, colocas primeiro as mãos durante alguns minutos sobre o plexo solar e respiras com calma. Depois, muitas vezes a meditação não se torna mais espetacular, mas mais honesta. O silêncio então não é forçado, mas sustentado.

Outro exemplo: depois de um dia pesado, queres meditar, mas interiormente estás demasiado inquieto. Aqui, um breve autotratamento na nuca, no coração e no ventre pode ser mais sensato do que sentar imediatamente durante muito tempo. Só quando o corpo cede um pouco é que a mente também se torna mais silenciosa.

Ao que deves prestar atenção

O silêncio não tem de ser sempre agradável. Sobretudo no início, muitas vezes ele mostra antes o quão ruidoso estava o teu interior até agora. Isso não é uma falha da meditação. É um olhar realista. Um antigo mestre de Reiki diria: Se no silêncio encontras primeiro o ruído, ainda não fizeste nada de errado. Apenas começaste a escutar verdadeiramente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Meditação e silêncio – descobrir o espaço interior

Muitas pessoas chegam ao Reiki porque querem sentir energia. Poucas compreendem no início que, para isso, o silêncio é muitas vezes mais importante do que a intensidade. No Reiki, a meditação não é um acrescento decorativo, mas uma base. Mikao Usui meditava diariamente, e a prática dos seus alunos não começava por acaso com recolhimento e Gassho. Quem não consegue ficar em silêncio tem dificuldade em perceber os movimentos mais finos da energia.

Silêncio não significa aqui vazio num sentido espetacular. Significa, antes de tudo, que deixas de reagir imediatamente a cada estímulo interior e exterior. Numa boa meditação, não precisa de acontecer algo emocionante. Pelo contrário, aquilo que já está presente torna-se mais claramente visível: inquietação, cansaço, anseio, defesa, paz, respiração, corpo, calor. O Reiki precisa exatamente desta clareza.

Os mal-entendidos mais frequentes

Muitas pessoas acreditam que a meditação só é bem-sucedida quando já não surgem pensamentos. Esse é um critério desnecessariamente duro. Os pensamentos aparecem por si mesmos. A meditação não consiste em desligá-los à força, mas em notá-los sem seguir cada pensamento.

Um segundo mal-entendido diz respeito à duração. Algumas pessoas acham que só sessões longas são meditação "verdadeira". No entanto, mesmo poucos minutos de prática diária podem mudar muito, se forem sinceros e regulares. O decisivo não é ficares heroicamente sentado em silêncio, mas aprenderes a estar realmente presente.

Porque a meditação aprofunda o Reiki

O Reiki exige uma qualidade especial de atenção. Não deves deslizar para fantasias nem controlar tudo com o intelecto. A meditação treina precisamente esse meio-termo. Quando te sentas em silêncio e percebes o toque das pontas dos dedos em Gassho, acontece algo muito simples: a mente recebe um ponto de referência tranquilo. A perceção torna-se mais precisa. O sistema nervoso acalma. As mãos tornam-se muitas vezes mais despertas.

A partir deste silêncio, crescem também duas capacidades centrais na prática de Reiki: intuição e confiança. A intuição não é apenas uma sensação espontânea. Torna-se mais fina quando o ruído interior constante fica mais silencioso. A confiança surge quando percebes que não tens de fazer tudo. O Reiki não acontece através da intervenção constante da cabeça.

A prática de Usui

Na tradição do Reiki, faz-se muitas vezes referência a Gassho Meiso, Reiji Ho e Chiryo. Gassho Meiso reúne. Reiji Ho orienta a perceção. Chiryo conduz ao tratamento propriamente dito. Só através do silêncio se entende que esta sequência faz sentido: primeiro reunir, depois escutar, depois agir. Quem salta este processo interior rapidamente passa a trabalhar apenas de forma técnica.

Um exemplo do quotidiano

De manhã, sentas-te sete minutos em silêncio. No início há apenas inquietação. Surge a lista de compras, uma conversa antiga, uma sensação de pressão no peito. Se não te levantas imediatamente e também não escorregas para dentro do pensamento, muitas vezes algo muda. A respiração fica mais calma. Os ombros descem. Talvez percebas de repente que nem tudo é importante ao mesmo tempo. Isto não é, de modo nenhum, um detalhe. É treino.

O silêncio não é fuga do mundo

Um antigo mestre de Reiki provavelmente te avisaria para não romantizares a meditação. Um bom silêncio não torna passivo. Torna mais preciso. Quem consegue ficar verdadeiramente em silêncio reage muitas vezes com mais clareza no quotidiano, não com mais lentidão. Ouve melhor, fala de forma mais simples e confunde com menos frequência urgência interior com verdade.

Por isso, a meditação pertence ao início deste caminho. Não porque soe bonito, mas porque cria o espaço em que o Reiki pode, antes de tudo, ser percebido com clareza. Sem silêncio, o trabalho energético depressa se torna ruidoso. Com silêncio, torna-se preciso. Como meditação e Reiki se complementam

A meditação traz recolhimento; o Reiki acrescenta ainda uma forma muito concreta de presença corporal. Algumas pessoas sentam-se em silêncio, mas notam apenas pressão mental. Quando, antes ou depois da meditação, colocam brevemente as mãos na testa, no coração ou no baixo-ventre, o espaço interior torna-se muitas vezes imediatamente mais acessível. O Reiki não torna o silêncio maior, mas muitas vezes torna-o mais habitável.

Um exemplo: sentas-te de manhã e, interiormente, estás logo a planear. Em vez de lutar contra os pensamentos, colocas primeiro as mãos durante alguns minutos sobre o plexo solar e respiras com calma. Depois, muitas vezes a meditação não se torna mais espetacular, mas mais honesta. O silêncio então não é forçado, mas sustentado.

Outro exemplo: depois de um dia pesado, queres meditar, mas interiormente estás demasiado inquieto. Aqui, um breve autotratamento na nuca, no coração e no ventre pode ser mais sensato do que sentar imediatamente durante muito tempo. Só quando o corpo cede um pouco é que a mente também se torna mais silenciosa.

Ao que deves prestar atenção

O silêncio não tem de ser sempre agradável. Sobretudo no início, muitas vezes ele mostra antes o quão ruidoso estava o teu interior até agora. Isso não é uma falha da meditação. É um olhar realista. Um antigo mestre de Reiki diria: Se no silêncio encontras primeiro o ruído, ainda não fizeste nada de errado. Apenas começaste a escutar verdadeiramente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

✦   Meditação e silêncio – descobrir o espaço interior

Muitas pessoas chegam ao Reiki porque querem sentir energia. Poucas compreendem no início que, para isso, o silêncio é muitas vezes mais importante do que a intensidade. No Reiki, a meditação não é um acrescento decorativo, mas uma base. Mikao Usui meditava diariamente, e a prática dos seus alunos não começava por acaso com recolhimento e Gassho. Quem não consegue ficar em silêncio tem dificuldade em perceber os movimentos mais finos da energia.

Silêncio não significa aqui vazio num sentido espetacular. Significa, antes de tudo, que deixas de reagir imediatamente a cada estímulo interior e exterior. Numa boa meditação, não precisa de acontecer algo emocionante. Pelo contrário, aquilo que já está presente torna-se mais claramente visível: inquietação, cansaço, anseio, defesa, paz, respiração, corpo, calor. O Reiki precisa exatamente desta clareza.

Os mal-entendidos mais frequentes

Muitas pessoas acreditam que a meditação só é bem-sucedida quando já não surgem pensamentos. Esse é um critério desnecessariamente duro. Os pensamentos aparecem por si mesmos. A meditação não consiste em desligá-los à força, mas em notá-los sem seguir cada pensamento.

Um segundo mal-entendido diz respeito à duração. Algumas pessoas acham que só sessões longas são meditação "verdadeira". No entanto, mesmo poucos minutos de prática diária podem mudar muito, se forem sinceros e regulares. O decisivo não é ficares heroicamente sentado em silêncio, mas aprenderes a estar realmente presente.

Porque a meditação aprofunda o Reiki

O Reiki exige uma qualidade especial de atenção. Não deves deslizar para fantasias nem controlar tudo com o intelecto. A meditação treina precisamente esse meio-termo. Quando te sentas em silêncio e percebes o toque das pontas dos dedos em Gassho, acontece algo muito simples: a mente recebe um ponto de referência tranquilo. A perceção torna-se mais precisa. O sistema nervoso acalma. As mãos tornam-se muitas vezes mais despertas.

A partir deste silêncio, crescem também duas capacidades centrais na prática de Reiki: intuição e confiança. A intuição não é apenas uma sensação espontânea. Torna-se mais fina quando o ruído interior constante fica mais silencioso. A confiança surge quando percebes que não tens de fazer tudo. O Reiki não acontece através da intervenção constante da cabeça.

A prática de Usui

Na tradição do Reiki, faz-se muitas vezes referência a Gassho Meiso, Reiji Ho e Chiryo. Gassho Meiso reúne. Reiji Ho orienta a perceção. Chiryo conduz ao tratamento propriamente dito. Só através do silêncio se entende que esta sequência faz sentido: primeiro reunir, depois escutar, depois agir. Quem salta este processo interior rapidamente passa a trabalhar apenas de forma técnica.

Um exemplo do quotidiano

De manhã, sentas-te sete minutos em silêncio. No início há apenas inquietação. Surge a lista de compras, uma conversa antiga, uma sensação de pressão no peito. Se não te levantas imediatamente e também não escorregas para dentro do pensamento, muitas vezes algo muda. A respiração fica mais calma. Os ombros descem. Talvez percebas de repente que nem tudo é importante ao mesmo tempo. Isto não é, de modo nenhum, um detalhe. É treino.

O silêncio não é fuga do mundo

Um antigo mestre de Reiki provavelmente te avisaria para não romantizares a meditação. Um bom silêncio não torna passivo. Torna mais preciso. Quem consegue ficar verdadeiramente em silêncio reage muitas vezes com mais clareza no quotidiano, não com mais lentidão. Ouve melhor, fala de forma mais simples e confunde com menos frequência urgência interior com verdade.

Por isso, a meditação pertence ao início deste caminho. Não porque soe bonito, mas porque cria o espaço em que o Reiki pode, antes de tudo, ser percebido com clareza. Sem silêncio, o trabalho energético depressa se torna ruidoso. Com silêncio, torna-se preciso. Como meditação e Reiki se complementam

A meditação traz recolhimento; o Reiki acrescenta ainda uma forma muito concreta de presença corporal. Algumas pessoas sentam-se em silêncio, mas notam apenas pressão mental. Quando, antes ou depois da meditação, colocam brevemente as mãos na testa, no coração ou no baixo-ventre, o espaço interior torna-se muitas vezes imediatamente mais acessível. O Reiki não torna o silêncio maior, mas muitas vezes torna-o mais habitável.

Um exemplo: sentas-te de manhã e, interiormente, estás logo a planear. Em vez de lutar contra os pensamentos, colocas primeiro as mãos durante alguns minutos sobre o plexo solar e respiras com calma. Depois, muitas vezes a meditação não se torna mais espetacular, mas mais honesta. O silêncio então não é forçado, mas sustentado.

Outro exemplo: depois de um dia pesado, queres meditar, mas interiormente estás demasiado inquieto. Aqui, um breve autotratamento na nuca, no coração e no ventre pode ser mais sensato do que sentar imediatamente durante muito tempo. Só quando o corpo cede um pouco é que a mente também se torna mais silenciosa.

Ao que deves prestar atenção

O silêncio não tem de ser sempre agradável. Sobretudo no início, muitas vezes ele mostra antes o quão ruidoso estava o teu interior até agora. Isso não é uma falha da meditação. É um olhar realista. Um antigo mestre de Reiki diria: Se no silêncio encontras primeiro o ruído, ainda não fizeste nada de errado. Apenas começaste a escutar verdadeiramente.

"O que é importante para mim hoje depois de ler este dia?"

A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.

Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.