Aprenda a confiar na sua sabedoria interior
A intuição é muitas vezes romantizada ou ridicularizada. Nenhuma das duas coisas ajuda no Reiki. A intuição não é um capricho nem um enfeite esotérico. É uma forma de perceção imediata que muitas vezes antecede o pensamento. Ela é-te familiar como um sim ou um não interior, como uma sensação clara no ventre, como um saber repentino ou como um impulso subtil que se manifesta de forma calma e clara.
Para a prática de Reiki, esta capacidade é muito importante. Mais tarde, quando impuseres as mãos, não se tratará apenas de saber de cor uma sequência fixa. Tratar-se-á também de perceber onde é necessária atenção, onde deves ficar mais tempo e quando algo já se acalmou. Na linguagem do Reiki, Reiji Ho representa, entre outras coisas, isto: o pedido interior para seres guiado pelo Reiki ao lugar certo.
A linguagem da intuição
As pessoas percebem a intuição de formas diferentes. Algumas sentem-na fisicamente: como amplitude no ventre, como calma no espaço do coração ou como um arrepio subtil. Outras veem imagens interiores, ouvem uma frase clara ou sabem algo de repente sem conseguir explicar o fio do pensamento. Em muitos ensinamentos usam-se para isso termos como clarissenciência, clarividência, clariaudiência ou clarisciência. O decisivo, porém, não é o termo técnico, mas aprenderes a conhecer o teu próprio canal de perceção.
Um exemplo: queres sentar-te e praticar. Na verdade, achas que primeiro tens de acalmar a testa, porque a cabeça está inquieta. Mas a tua sensação corporal leva-te repetidamente para o plexo solar. Quando pousas ali as mãos, percebes que a respiração se torna mais profunda e que a pressão interior diminui. É exatamente assim que a intuição trabalha na prática: não de forma ruidosa, mas precisa.
Distinguir intuição e medo
Uma das distinções mais importantes no caminho do Reiki é a distinção entre intuição e medo. O medo é geralmente ruidoso, urgente e gira na cabeça. Imagina consequências, repete-se com agitação e contrai o corpo. A intuição, pelo contrário, é muitas vezes mais curta, mais sóbria e surpreendentemente calma. Não diz muito, mas o pouco que diz acerta.
Por isso, o silêncio é tão importante. Quem está permanentemente sob tensão costuma ouvir primeiro o seu próprio programa de alarme. Quanto mais calma estiver a tua respiração, mais enraizado o teu corpo e mais claro o teu centro, mais facilmente consegues distinguir o que é um reflexo de proteção e o que é uma verdadeira orientação interior.
A intuição pode ser treinada
A intuição pode ser entendida de forma muito certeira como um músculo. É uma boa imagem. Um músculo não se torna mais forte por se pensar nele, mas pelo uso repetido e limpo. Aqui acontece o mesmo. Se, nas pequenas decisões, te habituares não só a analisar, mas também a escutar brevemente para dentro, a voz interior torna-se mais clara.
É importante começar pequeno. Não imediatamente com decisões de vida. Toma perguntas simples: Preciso hoje mais de descanso ou de movimento? O meu corpo quer calor ou ar fresco? Esta conversa está a fazer-me bem agora, ou está a deixar-me vazio? É precisamente nestas situações simples que a intuição se torna fiável.
O papel no Reiki
Mais tarde, quando estiveres iniciado e o Reiki fluir conscientemente através das tuas mãos, a intuição tornar-se-á ainda mais importante. Então não se tratará apenas de autoperceção, mas também de orientação no tratamento. Quando praticas Reiji Ho, pedes interiormente para seres guiado até onde o Reiki é necessário. As tuas mãos muitas vezes "sabem" mais depressa do que a tua mente para onde querem ir.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente não te daria aqui uma grande frase mágica. Diria antes: Fica em silêncio. Pergunta com honestidade. Leva a sério a primeira resposta clara. E verifica-a na vida. É exatamente assim que a confiança cresce. Como a intuição cresce na prática do Reiki
A intuição raramente cresce em grandes saltos. Na maioria das vezes, mostra-se primeiro em pequenos impulsos silenciosos. Durante um autotratamento, de repente pensas em deixar as mãos mais tempo sobre o ventre. Ou numa conversa sentes que agora não é necessário um conselho, mas calma. Momentos assim parecem discretos, mas muitas vezes são a verdadeira escola da sabedoria interior.
Um exemplo: durante um tratamento, queres passar conforme o plano para o ponto seguinte, mas algo em ti diz baixinho: Fica mais um pouco. Se segues esse impulso e mais tarde percebes que ali realmente muito entrou em movimento, a confiança cresce. Não porque viveste algo mágico, mas porque perceção e efeito se tocaram calmamente.
Outro exemplo: queres muito ajudar alguém e de repente percebes um claro não interior. Então talvez a intuição não se mostre como inspiração, mas como limite. Isso também é importante. Nem todo desejo forte já é orientação.
Ao que deves prestar atenção
A intuição torna-se imatura quando fica imune à verificação. Especialmente no Reiki, é bom não absolutizar imediatamente as inspirações. Verifica-as pelo efeito, pelo enraizamento, pela clareza e pela pergunta: este impulso torna-me mais calmo ou apenas mais importante? Um antigo mestre de Reiki diria: A verdadeira intuição torna a mão mais silenciosa e o ego mais suave.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A intuição é muitas vezes romantizada ou ridicularizada. Nenhuma das duas coisas ajuda no Reiki. A intuição não é um capricho nem um enfeite esotérico. É uma forma de perceção imediata que muitas vezes antecede o pensamento. Ela é-te familiar como um sim ou um não interior, como uma sensação clara no ventre, como um saber repentino ou como um impulso subtil que se manifesta de forma calma e clara.
Para a prática de Reiki, esta capacidade é muito importante. Mais tarde, quando impuseres as mãos, não se tratará apenas de saber de cor uma sequência fixa. Tratar-se-á também de perceber onde é necessária atenção, onde deves ficar mais tempo e quando algo já se acalmou. Na linguagem do Reiki, Reiji Ho representa, entre outras coisas, isto: o pedido interior para seres guiado pelo Reiki ao lugar certo.
A linguagem da intuição
As pessoas percebem a intuição de formas diferentes. Algumas sentem-na fisicamente: como amplitude no ventre, como calma no espaço do coração ou como um arrepio subtil. Outras veem imagens interiores, ouvem uma frase clara ou sabem algo de repente sem conseguir explicar o fio do pensamento. Em muitos ensinamentos usam-se para isso termos como clarissenciência, clarividência, clariaudiência ou clarisciência. O decisivo, porém, não é o termo técnico, mas aprenderes a conhecer o teu próprio canal de perceção.
Um exemplo: queres sentar-te e praticar. Na verdade, achas que primeiro tens de acalmar a testa, porque a cabeça está inquieta. Mas a tua sensação corporal leva-te repetidamente para o plexo solar. Quando pousas ali as mãos, percebes que a respiração se torna mais profunda e que a pressão interior diminui. É exatamente assim que a intuição trabalha na prática: não de forma ruidosa, mas precisa.
Distinguir intuição e medo
Uma das distinções mais importantes no caminho do Reiki é a distinção entre intuição e medo. O medo é geralmente ruidoso, urgente e gira na cabeça. Imagina consequências, repete-se com agitação e contrai o corpo. A intuição, pelo contrário, é muitas vezes mais curta, mais sóbria e surpreendentemente calma. Não diz muito, mas o pouco que diz acerta.
Por isso, o silêncio é tão importante. Quem está permanentemente sob tensão costuma ouvir primeiro o seu próprio programa de alarme. Quanto mais calma estiver a tua respiração, mais enraizado o teu corpo e mais claro o teu centro, mais facilmente consegues distinguir o que é um reflexo de proteção e o que é uma verdadeira orientação interior.
A intuição pode ser treinada
A intuição pode ser entendida de forma muito certeira como um músculo. É uma boa imagem. Um músculo não se torna mais forte por se pensar nele, mas pelo uso repetido e limpo. Aqui acontece o mesmo. Se, nas pequenas decisões, te habituares não só a analisar, mas também a escutar brevemente para dentro, a voz interior torna-se mais clara.
É importante começar pequeno. Não imediatamente com decisões de vida. Toma perguntas simples: Preciso hoje mais de descanso ou de movimento? O meu corpo quer calor ou ar fresco? Esta conversa está a fazer-me bem agora, ou está a deixar-me vazio? É precisamente nestas situações simples que a intuição se torna fiável.
O papel no Reiki
Mais tarde, quando estiveres iniciado e o Reiki fluir conscientemente através das tuas mãos, a intuição tornar-se-á ainda mais importante. Então não se tratará apenas de autoperceção, mas também de orientação no tratamento. Quando praticas Reiji Ho, pedes interiormente para seres guiado até onde o Reiki é necessário. As tuas mãos muitas vezes "sabem" mais depressa do que a tua mente para onde querem ir.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente não te daria aqui uma grande frase mágica. Diria antes: Fica em silêncio. Pergunta com honestidade. Leva a sério a primeira resposta clara. E verifica-a na vida. É exatamente assim que a confiança cresce. Como a intuição cresce na prática do Reiki
A intuição raramente cresce em grandes saltos. Na maioria das vezes, mostra-se primeiro em pequenos impulsos silenciosos. Durante um autotratamento, de repente pensas em deixar as mãos mais tempo sobre o ventre. Ou numa conversa sentes que agora não é necessário um conselho, mas calma. Momentos assim parecem discretos, mas muitas vezes são a verdadeira escola da sabedoria interior.
Um exemplo: durante um tratamento, queres passar conforme o plano para o ponto seguinte, mas algo em ti diz baixinho: Fica mais um pouco. Se segues esse impulso e mais tarde percebes que ali realmente muito entrou em movimento, a confiança cresce. Não porque viveste algo mágico, mas porque perceção e efeito se tocaram calmamente.
Outro exemplo: queres muito ajudar alguém e de repente percebes um claro não interior. Então talvez a intuição não se mostre como inspiração, mas como limite. Isso também é importante. Nem todo desejo forte já é orientação.
Ao que deves prestar atenção
A intuição torna-se imatura quando fica imune à verificação. Especialmente no Reiki, é bom não absolutizar imediatamente as inspirações. Verifica-as pelo efeito, pelo enraizamento, pela clareza e pela pergunta: este impulso torna-me mais calmo ou apenas mais importante? Um antigo mestre de Reiki diria: A verdadeira intuição torna a mão mais silenciosa e o ego mais suave.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A intuição é muitas vezes romantizada ou ridicularizada. Nenhuma das duas coisas ajuda no Reiki. A intuição não é um capricho nem um enfeite esotérico. É uma forma de perceção imediata que muitas vezes antecede o pensamento. Ela é-te familiar como um sim ou um não interior, como uma sensação clara no ventre, como um saber repentino ou como um impulso subtil que se manifesta de forma calma e clara.
Para a prática de Reiki, esta capacidade é muito importante. Mais tarde, quando impuseres as mãos, não se tratará apenas de saber de cor uma sequência fixa. Tratar-se-á também de perceber onde é necessária atenção, onde deves ficar mais tempo e quando algo já se acalmou. Na linguagem do Reiki, Reiji Ho representa, entre outras coisas, isto: o pedido interior para seres guiado pelo Reiki ao lugar certo.
A linguagem da intuição
As pessoas percebem a intuição de formas diferentes. Algumas sentem-na fisicamente: como amplitude no ventre, como calma no espaço do coração ou como um arrepio subtil. Outras veem imagens interiores, ouvem uma frase clara ou sabem algo de repente sem conseguir explicar o fio do pensamento. Em muitos ensinamentos usam-se para isso termos como clarissenciência, clarividência, clariaudiência ou clarisciência. O decisivo, porém, não é o termo técnico, mas aprenderes a conhecer o teu próprio canal de perceção.
Um exemplo: queres sentar-te e praticar. Na verdade, achas que primeiro tens de acalmar a testa, porque a cabeça está inquieta. Mas a tua sensação corporal leva-te repetidamente para o plexo solar. Quando pousas ali as mãos, percebes que a respiração se torna mais profunda e que a pressão interior diminui. É exatamente assim que a intuição trabalha na prática: não de forma ruidosa, mas precisa.
Distinguir intuição e medo
Uma das distinções mais importantes no caminho do Reiki é a distinção entre intuição e medo. O medo é geralmente ruidoso, urgente e gira na cabeça. Imagina consequências, repete-se com agitação e contrai o corpo. A intuição, pelo contrário, é muitas vezes mais curta, mais sóbria e surpreendentemente calma. Não diz muito, mas o pouco que diz acerta.
Por isso, o silêncio é tão importante. Quem está permanentemente sob tensão costuma ouvir primeiro o seu próprio programa de alarme. Quanto mais calma estiver a tua respiração, mais enraizado o teu corpo e mais claro o teu centro, mais facilmente consegues distinguir o que é um reflexo de proteção e o que é uma verdadeira orientação interior.
A intuição pode ser treinada
A intuição pode ser entendida de forma muito certeira como um músculo. É uma boa imagem. Um músculo não se torna mais forte por se pensar nele, mas pelo uso repetido e limpo. Aqui acontece o mesmo. Se, nas pequenas decisões, te habituares não só a analisar, mas também a escutar brevemente para dentro, a voz interior torna-se mais clara.
É importante começar pequeno. Não imediatamente com decisões de vida. Toma perguntas simples: Preciso hoje mais de descanso ou de movimento? O meu corpo quer calor ou ar fresco? Esta conversa está a fazer-me bem agora, ou está a deixar-me vazio? É precisamente nestas situações simples que a intuição se torna fiável.
O papel no Reiki
Mais tarde, quando estiveres iniciado e o Reiki fluir conscientemente através das tuas mãos, a intuição tornar-se-á ainda mais importante. Então não se tratará apenas de autoperceção, mas também de orientação no tratamento. Quando praticas Reiji Ho, pedes interiormente para seres guiado até onde o Reiki é necessário. As tuas mãos muitas vezes "sabem" mais depressa do que a tua mente para onde querem ir.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente não te daria aqui uma grande frase mágica. Diria antes: Fica em silêncio. Pergunta com honestidade. Leva a sério a primeira resposta clara. E verifica-a na vida. É exatamente assim que a confiança cresce. Como a intuição cresce na prática do Reiki
A intuição raramente cresce em grandes saltos. Na maioria das vezes, mostra-se primeiro em pequenos impulsos silenciosos. Durante um autotratamento, de repente pensas em deixar as mãos mais tempo sobre o ventre. Ou numa conversa sentes que agora não é necessário um conselho, mas calma. Momentos assim parecem discretos, mas muitas vezes são a verdadeira escola da sabedoria interior.
Um exemplo: durante um tratamento, queres passar conforme o plano para o ponto seguinte, mas algo em ti diz baixinho: Fica mais um pouco. Se segues esse impulso e mais tarde percebes que ali realmente muito entrou em movimento, a confiança cresce. Não porque viveste algo mágico, mas porque perceção e efeito se tocaram calmamente.
Outro exemplo: queres muito ajudar alguém e de repente percebes um claro não interior. Então talvez a intuição não se mostre como inspiração, mas como limite. Isso também é importante. Nem todo desejo forte já é orientação.
Ao que deves prestar atenção
A intuição torna-se imatura quando fica imune à verificação. Especialmente no Reiki, é bom não absolutizar imediatamente as inspirações. Verifica-as pelo efeito, pelo enraizamento, pela clareza e pela pergunta: este impulso torna-me mais calmo ou apenas mais importante? Um antigo mestre de Reiki diria: A verdadeira intuição torna a mão mais silenciosa e o ego mais suave.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.