O método japonês original para fortalecimento energético
Com Joshin Kokyu Ho regressas a um núcleo da prática japonesa de Reiki. Este exercício pode ser bem entendido como uma técnica respiratória de limpeza da alma. Aqui, a respiração não é usada apenas para acalmar, mas ligada conscientemente ao fluxo de energia. Inspirar, reunir, expirar, irradiar: assim nasce um ciclo interior claro.
O movimento básico do exercício
Ao inspirar, imaginas ou sentes que a energia entra em ti através do topo da cabeça. Ela reúne-se no Hara, ou seja, no baixo-ventre, o teu centro de força. Ao expirar, espalha-se por todo o corpo e especialmente pelas mãos. Esta forma liga várias coisas que já conheces: enraizamento, consciência do Hara, respiração, recolhimento e fluxo de Reiki.
O especial em Joshin Kokyu Ho é que não fica apenas uma imagem quando praticas regularmente. Com o tempo, muitas pessoas sentem que o baixo-ventre passa realmente a sentir-se mais como centro e que as mãos ficam mais despertas.
Porque esta técnica é tão valiosa
Muitas pessoas trabalham com Reiki sem incluir verdadeiramente a respiração. Então a prática fica mais superficial do que precisaria de ser. Joshin Kokyu Ho ajuda não só a abrir o canal, mas também a fortalecê-lo. Especialmente quando te sentes disperso, sem força ou pouco recolhido, este exercício pode sustentar muito.
Também se adapta bem a momentos de transição: antes de um autotratamento, antes de tratar outras pessoas, de manhã para recolhimento ou à noite para clarificação.
Hara como ponto de recolhimento
O Hara merece aqui atenção especial. Sem Hara, o trabalho energético fica facilmente demasiado preso à cabeça. Joshin Kokyu Ho junta a amplitude vinda de cima e o recolhimento no centro. Assim, o exercício não atua apenas abrindo, mas também estabilizando.
Um exemplo: se apenas respiras profundamente, talvez fiques mais calmo. Mas se respiras conscientemente para o Hara e aí reúnes, a qualidade muda. A calma ganha peso. Torna-se mais sustentadora e menos fugaz.
Silêncio e irradiação
Ao expirar através de todo o corpo e das mãos, surge uma bela ideia que neste exercício se torna clara: o Reiki não é apenas algo que recebes, mas também algo que irradia através de ti para o mundo. Não por ambição pessoal, mas por permeabilidade.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente te aconselharia neste exercício a não quereres demasiado. Respira calmamente. Reúne no Hara. Irradia suavemente. E deixa a técnica crescer apenas quando se tiver tornado simples e familiar no teu corpo. O que Joshin Kokyu Ho treina no seu núcleo
Esta técnica respiratória fortalece não só a energia, mas sobretudo a direção interior. Inspirar, reunir, expirar, expandir: já neste movimento simples há muito daquilo de que o Reiki mais tarde precisa no tratamento e na atitude. Liga o Hara, a atenção e as mãos numa forma silenciosa.
Um exemplo: se fizeres este exercício de manhã durante alguns minutos, todo o dia pode começar mais ordenado. Não porque tudo fique imediatamente fácil, mas porque partes de outro centro.
Outro exemplo: antes de um autotratamento ou quando estás interiormente dividido, Joshin Kokyu Ho ajuda a reunir o campo. Então não entras disperso na prática.
Ao que deves prestar atenção
Também aqui se aplica: não pressionar. As técnicas respiratórias perdem a sua bondade quando entra a ambição. Um antigo mestre de Reiki diria: leva a respiração a sério, mas não faças dela um novo esforço. O que a técnica respiratória transforma a longo prazo
Quem pratica Joshin Kokyu Ho regularmente nota muitas vezes não só mais energia, mas uma outra ordem interior. A cabeça torna-se menos dominante, as mãos mais despertas e o Hara mais fiável. Precisamente estas mudanças silenciosas tornam o exercício tão valioso no Reiki.
Um antigo mestre de Reiki diria: a força não se mostra primeiro na intensidade. Mostra-se no facto de a tua respiração te manter no centro com mais calma e confiança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com Joshin Kokyu Ho regressas a um núcleo da prática japonesa de Reiki. Este exercício pode ser bem entendido como uma técnica respiratória de limpeza da alma. Aqui, a respiração não é usada apenas para acalmar, mas ligada conscientemente ao fluxo de energia. Inspirar, reunir, expirar, irradiar: assim nasce um ciclo interior claro.
O movimento básico do exercício
Ao inspirar, imaginas ou sentes que a energia entra em ti através do topo da cabeça. Ela reúne-se no Hara, ou seja, no baixo-ventre, o teu centro de força. Ao expirar, espalha-se por todo o corpo e especialmente pelas mãos. Esta forma liga várias coisas que já conheces: enraizamento, consciência do Hara, respiração, recolhimento e fluxo de Reiki.
O especial em Joshin Kokyu Ho é que não fica apenas uma imagem quando praticas regularmente. Com o tempo, muitas pessoas sentem que o baixo-ventre passa realmente a sentir-se mais como centro e que as mãos ficam mais despertas.
Porque esta técnica é tão valiosa
Muitas pessoas trabalham com Reiki sem incluir verdadeiramente a respiração. Então a prática fica mais superficial do que precisaria de ser. Joshin Kokyu Ho ajuda não só a abrir o canal, mas também a fortalecê-lo. Especialmente quando te sentes disperso, sem força ou pouco recolhido, este exercício pode sustentar muito.
Também se adapta bem a momentos de transição: antes de um autotratamento, antes de tratar outras pessoas, de manhã para recolhimento ou à noite para clarificação.
Hara como ponto de recolhimento
O Hara merece aqui atenção especial. Sem Hara, o trabalho energético fica facilmente demasiado preso à cabeça. Joshin Kokyu Ho junta a amplitude vinda de cima e o recolhimento no centro. Assim, o exercício não atua apenas abrindo, mas também estabilizando.
Um exemplo: se apenas respiras profundamente, talvez fiques mais calmo. Mas se respiras conscientemente para o Hara e aí reúnes, a qualidade muda. A calma ganha peso. Torna-se mais sustentadora e menos fugaz.
Silêncio e irradiação
Ao expirar através de todo o corpo e das mãos, surge uma bela ideia que neste exercício se torna clara: o Reiki não é apenas algo que recebes, mas também algo que irradia através de ti para o mundo. Não por ambição pessoal, mas por permeabilidade.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente te aconselharia neste exercício a não quereres demasiado. Respira calmamente. Reúne no Hara. Irradia suavemente. E deixa a técnica crescer apenas quando se tiver tornado simples e familiar no teu corpo. O que Joshin Kokyu Ho treina no seu núcleo
Esta técnica respiratória fortalece não só a energia, mas sobretudo a direção interior. Inspirar, reunir, expirar, expandir: já neste movimento simples há muito daquilo de que o Reiki mais tarde precisa no tratamento e na atitude. Liga o Hara, a atenção e as mãos numa forma silenciosa.
Um exemplo: se fizeres este exercício de manhã durante alguns minutos, todo o dia pode começar mais ordenado. Não porque tudo fique imediatamente fácil, mas porque partes de outro centro.
Outro exemplo: antes de um autotratamento ou quando estás interiormente dividido, Joshin Kokyu Ho ajuda a reunir o campo. Então não entras disperso na prática.
Ao que deves prestar atenção
Também aqui se aplica: não pressionar. As técnicas respiratórias perdem a sua bondade quando entra a ambição. Um antigo mestre de Reiki diria: leva a respiração a sério, mas não faças dela um novo esforço. O que a técnica respiratória transforma a longo prazo
Quem pratica Joshin Kokyu Ho regularmente nota muitas vezes não só mais energia, mas uma outra ordem interior. A cabeça torna-se menos dominante, as mãos mais despertas e o Hara mais fiável. Precisamente estas mudanças silenciosas tornam o exercício tão valioso no Reiki.
Um antigo mestre de Reiki diria: a força não se mostra primeiro na intensidade. Mostra-se no facto de a tua respiração te manter no centro com mais calma e confiança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com Joshin Kokyu Ho regressas a um núcleo da prática japonesa de Reiki. Este exercício pode ser bem entendido como uma técnica respiratória de limpeza da alma. Aqui, a respiração não é usada apenas para acalmar, mas ligada conscientemente ao fluxo de energia. Inspirar, reunir, expirar, irradiar: assim nasce um ciclo interior claro.
O movimento básico do exercício
Ao inspirar, imaginas ou sentes que a energia entra em ti através do topo da cabeça. Ela reúne-se no Hara, ou seja, no baixo-ventre, o teu centro de força. Ao expirar, espalha-se por todo o corpo e especialmente pelas mãos. Esta forma liga várias coisas que já conheces: enraizamento, consciência do Hara, respiração, recolhimento e fluxo de Reiki.
O especial em Joshin Kokyu Ho é que não fica apenas uma imagem quando praticas regularmente. Com o tempo, muitas pessoas sentem que o baixo-ventre passa realmente a sentir-se mais como centro e que as mãos ficam mais despertas.
Porque esta técnica é tão valiosa
Muitas pessoas trabalham com Reiki sem incluir verdadeiramente a respiração. Então a prática fica mais superficial do que precisaria de ser. Joshin Kokyu Ho ajuda não só a abrir o canal, mas também a fortalecê-lo. Especialmente quando te sentes disperso, sem força ou pouco recolhido, este exercício pode sustentar muito.
Também se adapta bem a momentos de transição: antes de um autotratamento, antes de tratar outras pessoas, de manhã para recolhimento ou à noite para clarificação.
Hara como ponto de recolhimento
O Hara merece aqui atenção especial. Sem Hara, o trabalho energético fica facilmente demasiado preso à cabeça. Joshin Kokyu Ho junta a amplitude vinda de cima e o recolhimento no centro. Assim, o exercício não atua apenas abrindo, mas também estabilizando.
Um exemplo: se apenas respiras profundamente, talvez fiques mais calmo. Mas se respiras conscientemente para o Hara e aí reúnes, a qualidade muda. A calma ganha peso. Torna-se mais sustentadora e menos fugaz.
Silêncio e irradiação
Ao expirar através de todo o corpo e das mãos, surge uma bela ideia que neste exercício se torna clara: o Reiki não é apenas algo que recebes, mas também algo que irradia através de ti para o mundo. Não por ambição pessoal, mas por permeabilidade.
Um antigo mestre de Reiki provavelmente te aconselharia neste exercício a não quereres demasiado. Respira calmamente. Reúne no Hara. Irradia suavemente. E deixa a técnica crescer apenas quando se tiver tornado simples e familiar no teu corpo. O que Joshin Kokyu Ho treina no seu núcleo
Esta técnica respiratória fortalece não só a energia, mas sobretudo a direção interior. Inspirar, reunir, expirar, expandir: já neste movimento simples há muito daquilo de que o Reiki mais tarde precisa no tratamento e na atitude. Liga o Hara, a atenção e as mãos numa forma silenciosa.
Um exemplo: se fizeres este exercício de manhã durante alguns minutos, todo o dia pode começar mais ordenado. Não porque tudo fique imediatamente fácil, mas porque partes de outro centro.
Outro exemplo: antes de um autotratamento ou quando estás interiormente dividido, Joshin Kokyu Ho ajuda a reunir o campo. Então não entras disperso na prática.
Ao que deves prestar atenção
Também aqui se aplica: não pressionar. As técnicas respiratórias perdem a sua bondade quando entra a ambição. Um antigo mestre de Reiki diria: leva a respiração a sério, mas não faças dela um novo esforço. O que a técnica respiratória transforma a longo prazo
Quem pratica Joshin Kokyu Ho regularmente nota muitas vezes não só mais energia, mas uma outra ordem interior. A cabeça torna-se menos dominante, as mãos mais despertas e o Hara mais fiável. Precisamente estas mudanças silenciosas tornam o exercício tão valioso no Reiki.
Um antigo mestre de Reiki diria: a força não se mostra primeiro na intensidade. Mostra-se no facto de a tua respiração te manter no centro com mais calma e confiança.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.