A arte do amor-próprio
A arte do amor-próprio
Fala-se muito de amor-próprio, e muitas vezes de forma muito imprecisa. No sentido do Reiki, não significa amor exagerado por ti mesmo nem uma simples sensação agradável de bem-estar. O amor-próprio mostra-se na forma como lidas contigo quando estás cansado, cometeste um erro, foste magoado ou chegas aos teus limites. Também se mostra no facto de só te aceitares quando algo corre bem, ou de permaneceres fiel a ti mesmo mesmo quando a vida está apertada. É exatamente aqui que o chakra do coração é um lugar essencial.
O chakra do coração liga o baixo e o alto, o corpo e a mente, a força e a compaixão. Quando esta zona está livre, a proximidade, o calor, a suavidade interior e a clareza tornam-se mais facilmente acessíveis. Quando está fechada ou ferida, surgem muitas vezes retraimento, amargura, uma forte carência ou a dificuldade de aceitar verdadeiramente o afeto.
Amor-próprio não é indulgência com tudo
Muitas pessoas confundem amor-próprio com poupar-se ou autoafirmação a qualquer preço. Mas o amor-próprio maduro é mais honesto. Também reconhece desordem, sobrecarga, medo ou padrões antigos, sem transformar isso imediatamente em desvalorização de si. Reiki pode treinar o coração exatamente nesta atitude: aberto, mas não ingénuo; suave, mas não sem limite.
Um chakra do coração que quer aprofundar-se não precisa, por isso, apenas de palavras bonitas. Precisa de experiências regulares de calor, presença e honestidade interior.
Como podes trabalhar com o chakra do coração
A posição mais óbvia é, naturalmente, o próprio espaço do coração. Muitas pessoas percebem já após poucos minutos se ali se tornam percetíveis tensão, aperto, vazio ou um silencioso suavizar. Como complemento, fazem sentido:
Garganta: quando os sentimentos ficam presos na expressão
Plexo solar: quando a ferida se transforma imediatamente em defesa, raiva ou controlo
Ventre: quando o amor-próprio se torna difícil porque falta segurança básica
O tratamento do coração pode ser tranquilo. Precisamente esta zona reage muitas vezes com sensibilidade à pressão. Não apenas fisicamente, mas também interiormente. Quanto menos quiseres forçar alguma coisa, mais fina se torna a perceção.
Em que se reconhece muitas vezes a falta de amor-próprio
Exiges de ti mais compreensão do que dos outros. Tens menos paciência contigo do que com as pessoas que amas. Só levas as tuas necessidades a sério quando quase já é tarde demais. Consegues dar, mas quase não consegues receber.
O chakra do coração reage a esses padrões. Não como juiz moral, mas como centro subtil de relação. E a primeira relação que ali se torna visível é a relação contigo mesmo.
Um exemplo do dia a dia
Cometes um erro e percebes a rapidez com que surge dureza interior. Em vez de deixares simplesmente esse tom continuar, sentas-te e colocas as duas mãos no espaço do coração. Talvez depois vás também ao plexo solar, se ali subir pressão. Após alguns minutos, muitas vezes torna-se percetível que o erro pode ser real sem que, por isso, te cortes por dentro. Isso não é uma pequena sensação agradável, mas trabalho do coração vivido.
Chakra do coração e limites
Um chakra do coração aberto não significa estar sempre aberto para toda a gente. Pelo contrário: quem tem clareza no coração percebe geralmente com mais nitidez quando algo é amoroso e quando seria apenas passar por cima de si mesmo. O amor-próprio mostra-se muitas vezes exatamente onde não aceitas tudo, não assumes todos os papéis e não diriges cada deceção contra ti.
Abertura do coração sem limite leva facilmente à exaustão. Abertura do coração com clareza leva à maturidade.
Sei Heki e trabalho emocional do coração
Se trabalhas com símbolos, Sei Heki pode ser adequado para este tema. Está ligado a estados mentais e emocionais e apoia muitas vezes onde antigas feridas, padrões interiores de proteção ou hábitos emocionais ressoam no espaço do coração. É especialmente útil quando sentes que o coração não está apenas fisicamente apertado, mas também emocionalmente fechado.
Exemplos práticos
Depois de uma deceção: Tratar coração e plexo solar em conjunto, para que a ferida não se transforme imediatamente em dureza.
Quando tens a sensação de estar presente apenas para os outros: Combinar coração e ventre para ligar compaixão e contacto contigo.
Quando consegues dar amor, mas quase não consegues recebê-lo: Fica mais tempo no coração, sem quereres alcançar imediatamente alguma coisa. Receber precisa muitas vezes de tempo.
Aprofundar o chakra do coração não é um exercício sentimental. É uma prática séria, na qual aprendes a não te aceitares apenas quando tudo corre bem. E é precisamente aí que está a verdadeira arte do amor-próprio.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A arte do amor-próprio
Fala-se muito de amor-próprio, e muitas vezes de forma muito imprecisa. No sentido do Reiki, não significa amor exagerado por ti mesmo nem uma simples sensação agradável de bem-estar. O amor-próprio mostra-se na forma como lidas contigo quando estás cansado, cometeste um erro, foste magoado ou chegas aos teus limites. Também se mostra no facto de só te aceitares quando algo corre bem, ou de permaneceres fiel a ti mesmo mesmo quando a vida está apertada. É exatamente aqui que o chakra do coração é um lugar essencial.
O chakra do coração liga o baixo e o alto, o corpo e a mente, a força e a compaixão. Quando esta zona está livre, a proximidade, o calor, a suavidade interior e a clareza tornam-se mais facilmente acessíveis. Quando está fechada ou ferida, surgem muitas vezes retraimento, amargura, uma forte carência ou a dificuldade de aceitar verdadeiramente o afeto.
Amor-próprio não é indulgência com tudo
Muitas pessoas confundem amor-próprio com poupar-se ou autoafirmação a qualquer preço. Mas o amor-próprio maduro é mais honesto. Também reconhece desordem, sobrecarga, medo ou padrões antigos, sem transformar isso imediatamente em desvalorização de si. Reiki pode treinar o coração exatamente nesta atitude: aberto, mas não ingénuo; suave, mas não sem limite.
Um chakra do coração que quer aprofundar-se não precisa, por isso, apenas de palavras bonitas. Precisa de experiências regulares de calor, presença e honestidade interior.
Como podes trabalhar com o chakra do coração
A posição mais óbvia é, naturalmente, o próprio espaço do coração. Muitas pessoas percebem já após poucos minutos se ali se tornam percetíveis tensão, aperto, vazio ou um silencioso suavizar. Como complemento, fazem sentido:
Garganta: quando os sentimentos ficam presos na expressão
Plexo solar: quando a ferida se transforma imediatamente em defesa, raiva ou controlo
Ventre: quando o amor-próprio se torna difícil porque falta segurança básica
O tratamento do coração pode ser tranquilo. Precisamente esta zona reage muitas vezes com sensibilidade à pressão. Não apenas fisicamente, mas também interiormente. Quanto menos quiseres forçar alguma coisa, mais fina se torna a perceção.
Em que se reconhece muitas vezes a falta de amor-próprio
Exiges de ti mais compreensão do que dos outros. Tens menos paciência contigo do que com as pessoas que amas. Só levas as tuas necessidades a sério quando quase já é tarde demais. Consegues dar, mas quase não consegues receber.
O chakra do coração reage a esses padrões. Não como juiz moral, mas como centro subtil de relação. E a primeira relação que ali se torna visível é a relação contigo mesmo.
Um exemplo do dia a dia
Cometes um erro e percebes a rapidez com que surge dureza interior. Em vez de deixares simplesmente esse tom continuar, sentas-te e colocas as duas mãos no espaço do coração. Talvez depois vás também ao plexo solar, se ali subir pressão. Após alguns minutos, muitas vezes torna-se percetível que o erro pode ser real sem que, por isso, te cortes por dentro. Isso não é uma pequena sensação agradável, mas trabalho do coração vivido.
Chakra do coração e limites
Um chakra do coração aberto não significa estar sempre aberto para toda a gente. Pelo contrário: quem tem clareza no coração percebe geralmente com mais nitidez quando algo é amoroso e quando seria apenas passar por cima de si mesmo. O amor-próprio mostra-se muitas vezes exatamente onde não aceitas tudo, não assumes todos os papéis e não diriges cada deceção contra ti.
Abertura do coração sem limite leva facilmente à exaustão. Abertura do coração com clareza leva à maturidade.
Sei Heki e trabalho emocional do coração
Se trabalhas com símbolos, Sei Heki pode ser adequado para este tema. Está ligado a estados mentais e emocionais e apoia muitas vezes onde antigas feridas, padrões interiores de proteção ou hábitos emocionais ressoam no espaço do coração. É especialmente útil quando sentes que o coração não está apenas fisicamente apertado, mas também emocionalmente fechado.
Exemplos práticos
Depois de uma deceção: Tratar coração e plexo solar em conjunto, para que a ferida não se transforme imediatamente em dureza.
Quando tens a sensação de estar presente apenas para os outros: Combinar coração e ventre para ligar compaixão e contacto contigo.
Quando consegues dar amor, mas quase não consegues recebê-lo: Fica mais tempo no coração, sem quereres alcançar imediatamente alguma coisa. Receber precisa muitas vezes de tempo.
Aprofundar o chakra do coração não é um exercício sentimental. É uma prática séria, na qual aprendes a não te aceitares apenas quando tudo corre bem. E é precisamente aí que está a verdadeira arte do amor-próprio.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
A arte do amor-próprio
Fala-se muito de amor-próprio, e muitas vezes de forma muito imprecisa. No sentido do Reiki, não significa amor exagerado por ti mesmo nem uma simples sensação agradável de bem-estar. O amor-próprio mostra-se na forma como lidas contigo quando estás cansado, cometeste um erro, foste magoado ou chegas aos teus limites. Também se mostra no facto de só te aceitares quando algo corre bem, ou de permaneceres fiel a ti mesmo mesmo quando a vida está apertada. É exatamente aqui que o chakra do coração é um lugar essencial.
O chakra do coração liga o baixo e o alto, o corpo e a mente, a força e a compaixão. Quando esta zona está livre, a proximidade, o calor, a suavidade interior e a clareza tornam-se mais facilmente acessíveis. Quando está fechada ou ferida, surgem muitas vezes retraimento, amargura, uma forte carência ou a dificuldade de aceitar verdadeiramente o afeto.
Amor-próprio não é indulgência com tudo
Muitas pessoas confundem amor-próprio com poupar-se ou autoafirmação a qualquer preço. Mas o amor-próprio maduro é mais honesto. Também reconhece desordem, sobrecarga, medo ou padrões antigos, sem transformar isso imediatamente em desvalorização de si. Reiki pode treinar o coração exatamente nesta atitude: aberto, mas não ingénuo; suave, mas não sem limite.
Um chakra do coração que quer aprofundar-se não precisa, por isso, apenas de palavras bonitas. Precisa de experiências regulares de calor, presença e honestidade interior.
Como podes trabalhar com o chakra do coração
A posição mais óbvia é, naturalmente, o próprio espaço do coração. Muitas pessoas percebem já após poucos minutos se ali se tornam percetíveis tensão, aperto, vazio ou um silencioso suavizar. Como complemento, fazem sentido:
Garganta: quando os sentimentos ficam presos na expressão
Plexo solar: quando a ferida se transforma imediatamente em defesa, raiva ou controlo
Ventre: quando o amor-próprio se torna difícil porque falta segurança básica
O tratamento do coração pode ser tranquilo. Precisamente esta zona reage muitas vezes com sensibilidade à pressão. Não apenas fisicamente, mas também interiormente. Quanto menos quiseres forçar alguma coisa, mais fina se torna a perceção.
Em que se reconhece muitas vezes a falta de amor-próprio
Exiges de ti mais compreensão do que dos outros. Tens menos paciência contigo do que com as pessoas que amas. Só levas as tuas necessidades a sério quando quase já é tarde demais. Consegues dar, mas quase não consegues receber.
O chakra do coração reage a esses padrões. Não como juiz moral, mas como centro subtil de relação. E a primeira relação que ali se torna visível é a relação contigo mesmo.
Um exemplo do dia a dia
Cometes um erro e percebes a rapidez com que surge dureza interior. Em vez de deixares simplesmente esse tom continuar, sentas-te e colocas as duas mãos no espaço do coração. Talvez depois vás também ao plexo solar, se ali subir pressão. Após alguns minutos, muitas vezes torna-se percetível que o erro pode ser real sem que, por isso, te cortes por dentro. Isso não é uma pequena sensação agradável, mas trabalho do coração vivido.
Chakra do coração e limites
Um chakra do coração aberto não significa estar sempre aberto para toda a gente. Pelo contrário: quem tem clareza no coração percebe geralmente com mais nitidez quando algo é amoroso e quando seria apenas passar por cima de si mesmo. O amor-próprio mostra-se muitas vezes exatamente onde não aceitas tudo, não assumes todos os papéis e não diriges cada deceção contra ti.
Abertura do coração sem limite leva facilmente à exaustão. Abertura do coração com clareza leva à maturidade.
Sei Heki e trabalho emocional do coração
Se trabalhas com símbolos, Sei Heki pode ser adequado para este tema. Está ligado a estados mentais e emocionais e apoia muitas vezes onde antigas feridas, padrões interiores de proteção ou hábitos emocionais ressoam no espaço do coração. É especialmente útil quando sentes que o coração não está apenas fisicamente apertado, mas também emocionalmente fechado.
Exemplos práticos
Depois de uma deceção: Tratar coração e plexo solar em conjunto, para que a ferida não se transforme imediatamente em dureza.
Quando tens a sensação de estar presente apenas para os outros: Combinar coração e ventre para ligar compaixão e contacto contigo.
Quando consegues dar amor, mas quase não consegues recebê-lo: Fica mais tempo no coração, sem quereres alcançar imediatamente alguma coisa. Receber precisa muitas vezes de tempo.
Aprofundar o chakra do coração não é um exercício sentimental. É uma prática séria, na qual aprendes a não te aceitares apenas quando tudo corre bem. E é precisamente aí que está a verdadeira arte do amor-próprio.
A tua resposta pertence ao teu diário Reiki pessoal. Cresce contigo a cada dia e fica só para ti.
Com uma conta, os dias soltos tornam-se um caminho: o teu progresso fica guardado, o teu diário mantém-se, e os dias de iniciação abrem no momento certo.